domingo, 30 de outubro de 2011

UM INVERNO BEM FRIO

Era outono e os índios da reserva perguntaram ao novo chefe se o inverno ia ser frio. Educado segundo o estilo do mundo moderno, o chefe nunca tinha aprendido os antigos segredos e não fazia ideia se o inverno seria frio ou ameno. Para jogar pelo seguro, aconselhou a tribo a apanhar lenha e preparar-se para um inverno frio. Alguns dias mais tarde, lembrou-se de telefonar para o Serviço nacional de meteorologia e perguntar se previam um inverno frio. O meteorologista replicou que, de facto, pensava que o inverno seria bastante frio. O chefe aconselhou a tribo a armazenar mais lenha.
Duas semanas mais tarde, o chefe ligou de novo para o Serviço de meteorologia.
- Continuam convencidos que o inverno vai ser frio? – perguntou.
- Continuamos – respondeu o meteorologista. Tudo indica que vai ser um inverno muito frio.
O chefe aconselhou a tribo a apanhar toda a lenha que conseguissem encontrar.
Passadas duas semanas, o chefe telefonou uma vez mais para o Serviço de meteorologia e perguntou com pensavam que o inverno seria naquele momento.
- Agora, estamos a prever que será um dos invernos mais frios de que há registo! – informou o meteorologista.
- A sério? – perguntou o chefe. – Como é que podem ter tanta certeza?
-Os Índios andam a apanhar lenha como loucos! – replicou o meteorologista.
CATHCART, Thomas e KLEIN, Daniel, Platão e um ornitorrinco entram num bar…, 1ª edição, 2008.  Lisboa: Publicações D. Quixote, pp. 58-59

TAREFA:
Identifica a falácia que está presente no texto.

41 comentários:

Anónimo disse...

A falacia presente no texto é a Afirmação da Consequente.
Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser muito frio.

É impossivel concluir a antecedente apartir da consequênte. Esta forma é muito parecida com o Modus ponens, daí a sua falcia, porque o Modus ponens concluí a consequente apartir da antecedente.

Ricardo Silva Nº17 11ºC.

Hermes disse...

Podes fazer assim Ricardo, mas eu quero que identifiquem a falácia informal.
Investiguem um pouco.

Cristiana, nº6, 11ºA disse...

Argumento:
Se o Inverno for frio, então os Índios apanham muita lenha. (chefe dos Índios)
Logo, se os Índios apanham muita lenha é porque o Inverno vai ser frio. (meteorologista)
Não sei se estou correcta, mas a falácia desenrola-se a partir do momento em que o chefe dos Índios lhes ordena que apanhem muita lenha, por uma questão de jogar pelo seguro, por uma questão de prevenção, de modo que esta ou qualquer outra acção nunca iria alterar as condições atmosféricas, de modo que é tão provável para o chefe dos Índios que o Inverno seja frio como seja ameno. Por isso, neste caso interveio a sua ignorância pelo facto de ser um chefe aprendiz e de não fazer ideia se o Inverno seria frio ou ameno.
O facto da acção de apanhar lenha não alterar directamente as condições atmosféricas, faz com que a premissa do argumento seja falsa (mas parecia verdadeira) e faz com que ambas as proposições sejam igualmente discutíveis (mas parecia que a premissa era mais plausível que a conclusão).
Além disto, o facto de o meteorologista concluir os seus resultados através de acções do quotidiano, faz desta história um ciclo vicioso, pois consoante o que os Índios fazem irá ocorrer uma correspondente resposta atmosférica. Como é óbvio o meteorologista devia dispor de materiais e tecnologias próprias necessárias à previsão do tempo.
Em suma, a falácia está no método do meteorologista. Inicialmente tinha detectado duas falácias, a da ignorância do chefe e a do método do meteorologista, mas este último sobrepõe-se ao primeiro, pois basta o comportamento do meteorologista mudar para decorrer tudo normalmente. Já se o comportamento dele não mudasse, mas mudasse o do chefe dos Índios, estaríamos na mesma situação, pois um outro comportamento que os Índios realizassem ia comprometer novamente os resultados da meteorologia.

i disse...

Argumento:

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.

Este argumento é uma falácia (inversão da consequente).
Analisando informalmente, é ridículo considerarmos que os acontecimentos meteorológicos se devem às acções dos índios. (Mais caricato ainda é pensar que os índios têm telefone!)
Apesar do chefe dos índios não ter agido correctamente ao induzir a sua tribo em erro, a grande falácia está nas orientações do meteorologista que estão isentas duma base lógica.
No entanto, pergunto-me: se o texto tivesse seguido um fio de pensamento lógico, eu conseguiria concluir que existia uma falácia? Provavelmente só recorrendo a um inspector de circunstâncias. Ou seja, nesta história mais do que na falácia do argumento em si, o texto apresenta-nos contradições que nos induzem a considerar esta situação muito pouco provável.

Inês Antónia, nº11 11ºA

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é:

Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

Atendendo à forma, trata-se da Afirmação da Consequente, que é uma forma falaciosa.
De forma informal, trata-se de uma falácia porque o meteorologista não pode concluir que o Inverno vai ser muito frio com base no facto dos índias apanharem muita lenha.
O estado do tempo não se deve às acções dos índios.
Por isso, o meteorologista está a pensar de forma incorrecta e a cometer uma falácia.


Beatriz Martinho, nº1, 11º A

Anónimo disse...

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.

Este argumento é uma falácia pois é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido na capacidade de provar eficazmente o que alega. Não podemos alegar que se os índios apanharem muita lenha o inverno será muito rigoroso. Pois os fenómenos meteorológicos nada tem a ver com a decisão dos índios em apanhar lenha.
Lígia Castro nº15 11ºA

carina coelho disse...

A falácia presente no texto é:

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Os índios apanharão muita lenha.
Logo, o Inverno será muito rigoroso.


Este argumento é uma falácia, uma vez que não podemos concluir que o inverno vai ser muito rigoroso pelo simples facto dos índios apanharem muita lenha, assim como os meteorologistas não podem prever que o inverno será rigoroso através dos índios.

Maxwell Soares disse...

Parabéns pelo blogger. Um rico e exuberante conteúdo. Irei ler os demais textos a respeito da lógica e, principalmente, da Alegoria da Caverna. Um abraço...

Luis Ramos disse...

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.

Este argumento é uma falácia pois podemos concluir que se os idios apanharem muita lenha então o inverno vai ser muito rigoroso. Tenho algumas duvidas no que disse porque os indios também podem apanhar lenha só para se protegerem, assim sabem que se o inverno for rigoroso têm lenha para todo ele. Não sei se era isto que o professor queria mas tive algumas dificuldades em comentar consigo ver duas prespectivas.

Júlia, nº14, 11ºA disse...

O argumento é:
Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Logo, se os índios apanham muita lenha o Inverno vai ser muito frio. (forma inválida - falácia da inversão da condicional)
Informalmente temos que contemplar os conceitos envolvidos e/ou o assunto, pelo que se pode concluir que é uma falácia uma vez que não é possível determinar as condições meteorológicas ao observar o comportamento de índios (o facto de esses acontecimentos ocorrerem de forma cronológica não implica uma relação causal entre eles). Pela investigação que fiz, parece-me a falácia “Post hoc ergo propter hoc” (depois disso, logo causado por isso).

Paula Lopes Nº15 11ºC disse...

A falácia presente neste texto é:
Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser muito frio.


A falácia é uma afirmação da consequente (formas falaciosas) que pode ser confundia com o modus ponens (formas válidas) onde se conclui a antecedente a partir da consequente, o que não acontece com o argumento pois não podemos concluir que o Inverno será muito frio só porque os índios apanharem lenha, é completamente absurdo, assim este argumento é uma falácia.

Tiago Tojal disse...

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.
Este argumento é uma falácia.
É ridículo considerarmos que os acontecimentos meteorológicos se devem às acções dos índios.
Apesar do chefe dos índios não ter agido correctamente ao induzir a sua tribo em erro, a grande falácia está nas orientações do meteorologista que estão isentas duma base lógica.

Daniela Coutinho nº8/11ºA disse...

Se os indios apanharem muita lenha, então o inverno vai ser muito rigoroso.
Os indios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser muito rigoroso.

Não se trata de uma falácia formal, pois o argumento tem uma forma válida (modus ponens).
Podemos então concluir que é uma falácia informal, ou seja é uma falácia não devido à forma, mas sim devido ao conteúdo.
Isto porque o chefe dos índios não tinha muita experiência e por isso não sabia se o inverno seria muito rigoroso ou não. Porém em condições normais deveria saber, até porque as pessoas do serviço de meteorologia se orientavam por eles, pois achavam que eles sabiam sempre como ia ser o inverno. Mas como neste caso o chefe dos índios não sabia, decidiu apanhar alguma lenha para prevenção e em seguida, não sabendo se deveriam continuar a apanhar mais lenha, este ligou para o serviço de meteorologia.
As pessoas do serviço de meteorologia como viram os índios a apanhar lenha supuseram que o inverno iria ser rigoroso. Ou seja, os meteorologistas deram essa informação ao chefe dos índios e este, por sua vez mandou os índios recolherem mais lenha e em seguida voltou a consultar o serviço de meteorologia, onde lhe disseram que ainda ia ser mais rigoroso.
Com isto, entrou-se num ciclo vicioso, onde na verdade ninguém sabia se o inverno ia ser muito rigoroso ou não, mas todos pensavam que sabiam, pois os meteorologistas guiam-se pelo que os índios fazem e por sua vez os índios, neste caso específico, guiam-se pelo que os meteorologistas dizem.

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é a afirmação da consequente:
Se o inverno for frio , então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha. Logo, o inverno vai ser muito frio.

A afirmação da consequente é uma forma falaciosa. Trata-se de uma falácia pois o meteorologista não pode concluir que o inverno será frio pelo facto dos índios apanharem muita lenha. Ao pensar dessa forma o meteorologista está a cometer uma falácia . É impossível concluir a antecedente a partir da consequente.

Márcia 11ºc

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é:
Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

A falácia é a afirmação da consequente, onde se conclui a antecedente a partir da consequente, o que não acontece com o argumento pois não podemos concluir que o Inverno será muito frio só porque os índios apanharem lenha, é completamente absurdo sendo assim , é uma falácia.

ana cruz nº1 11ºc

Nuno nº14 11ºC disse...

A falácia, isto é, o argumento que parece cogente mas na verdade não o é, presente no texto é:

Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser frio.

Ora, se avaliarmos o argumento em termos da lógica formal, vemos que a sua forma lógica é uma forma falaciosa, pois é uma afirmação da consequente, na qual se conclui a antecedente da condicional da primeira premissa através da afirmação da consequente na segunda premissa, quando na forma correcta (modus ponens) se devia concluir a consequente da condicional presente na primeira premissa através da afirmação da antecendente na segunda premissa.

Pela lógica informal também percebemos que o argumento não é cogente, mas sim uma falácia. Não podemos concluir que o inverno vai ser frio só porque os índios apanham muita lenha. Afinal, as acções dos índios nada têm a ver com os fenómenos meteorológicos, e nem sequer os influenciam.

Roxanne, 11ºC, nº19 disse...

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Os índios apanharão muita lenha.
Logo, o Inverno será muito rigoroso.

Este argumento é uma falácia pois o facto de os índios apanharem lenha não quer dizer que o inverno será muito rigoroso. Uma coisa não influencia a outra.

Mariana Tavares nº17, 11ºA disse...

"Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha."

Esta é a falácia informal presente no texto sob a forma de petição de princípio (também conhecido como argumento circular). Este tipo de falácia é bastante comum em argumentos onde se pretende a todo o custo chegar a uma determinada conclusão, pondo disfarçadamente a conclusão desejada numa dada premissa. Neste caso está bastante visível a conclusão na premissa "se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha".

Miguel Tomás Nº8 11ºC disse...

Os meteorologistas acham que o Inverno vai ser muito frio porque os índios andam a apanhar muito lenha... E os Índios andam a apanhar muita lenha porque os meteorologistas dizem que vai ser um inverno muito frio...

É a Afirmação da consequente...

O Inverno não vai depender de os índios andarem ou não a apanhar muita lenha... Portanto os meteorologistas estão a cometer uma falácia..

Carla Duarte disse...

A falácia presente neste texto é:
Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser muito frio.


A falácia é uma afirmação da consequente que pode ser confundia com o modus ponens onde se conclui a antecedente a partir da consequente, o que não acontece com o argumento pois não podemos concluir que o Inverno será muito frio só porque os índios apanharem lenha, é completamente absurdo, assim este argumento é uma falácia.

Anónimo disse...

Não entendo nada desta porcaria mas aqui vai:

Se o Inverno for frio, então os índios apanham lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno será muito frio.

A falácia é uma inversão da consequente.

O motivo é que: é estúpido o inverno ser frio só porque os índios estão a apanhar a lenha, os homenzitos da meteorologia deviam ter as maquinas a controlar o tempo em vez de andarem a perseguir os índios, e a ver se andam a apanhar a lenha ou não!

Alexandr Ostrovschii 11ºc

Fábio Santos nº10 11ºA disse...

"Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha."

A falácia informal presente no texto é uma petição de princípio ( argumento circular), visto incluir disfarçadamente nas premissas o que deseja concluir.

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é:

"Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha."

Esta é uma falácia informal denominada de petição de princípio. Esta falácia faz parte do grupo de falácias: falhar o alvo.
Nas falácias de petição de princípio, a conclusão é apenas reafirmada nas premissas, mas de uma forma disfarçada. Ou seja, inclui-se nas premissas o que se deseja concluir.

Raquel Martins nº19 11ºA

Sara Oliveira 11ºC, Nº21 disse...

A falácia presente neste texto é:

Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser frio.

A forma falaciosa é a afirmação da consequente.
Também percebemos pelo seu sentido, pois o a meteorologia do inverno não está condicionada pela quantidade de lenha que os índios apanham.

Bruno Francisco Lima Nº5 11ºC disse...

A falácia é:
Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.

É absurdo pesarmos que os acontecimentos meteorológicos se devem às execuções dos índios.
Embora o líder dos índios não ter agido correctamente ao induzir a sua tribo em engano, a grande falácia está nas indicações do meteorologista que estão isentas duma base coerente.

Anónimo disse...

Falácia:
Se os índios apanham muita lenha, o inverno vai ser bastante frio.
O Inverno é bastante frio, se os índios apanharem muita lenha.

Trata-se de uma falácia petição de princípio (argumento circular), pois tenta-se provar uma conclusão com base em premissas que já a pressupõem como verdadeira. E é circular devido ao fato de a sua conclusão ter o mesmo valor de verdade que a sua premissa.

Daniel Azevedo Nº7 TªA 11º

Tatiana disse...

A falácia presente neste texto é:

Se os Índios apanharem muita lenha, então o inverno será frio.
Os indíos apanharam muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

Esta é uma falácia do Grupo das falácias Falhar O Alvo, dentro deste grupo inclui-se nas fálacias da Petição de princípio ou argumento circular, isto porque as premissas já incluem a conclusão, apesar de disfarçadamente. A conclusão é apenas reafirmada nas premissas. A segunda premissa neste caso é uma consequência da conclusão, quando deveria ser a conclusão uma consequência da premissa.

Este argumento é uma falácia deste tipo visto que o chefe da tribo pergunta constantemente ao Serviço nacional de meteorologia se o inverno será rigoroso ou não,e a previsão dada por este serviço é de que será e então o chefe para proteger a sua tribo do frio manda os indios apanhar lenha. Até aqui tudo bem, não fosse na 3ª chamada do chefe para o serviço de meteorologia, a meteorologia basear-se no facto de os indios andarem a apanhar muita lenha para dizer que o inverno será mais rigoroso do que se esperava, uma vez que estes só andavam a apanhar muita lenha para o inverno porque o seu chefe baseado no serviço de meteorologia concluiu que seria melhor apanharem muita lenha para se protegerem do frio caso o inverno fosse muito rigoroso.

Ou seja, cria-se uma espécie de um ciclo fechado, visto que o chefe da tribo se baseia nos serviços de meteorologia para ordenar a sua tribo a apanhar mais ou menos lenha e os serviços de meteorologia se baseiam na tribo para saber se o inverno será mais ou menos rigoroso.

Desta análise podemos assim concluir que esta falácia é uma falácia da petição de principio visto que a conclusão não faz mais do que reafirmar o que é dito nas premissas.

Tatiana Raquel Gomes nº22 11ºC

Fábioo Silva disse...

Falácia
"Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha."
A falácia informal presente no texto é uma petição de princípio ( argumento circular).

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é a seguinte:

Se os Índios apanharem muita lenha, então o inverno será frio.
Os indíos apanharam muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

Esta falácia pertence ao Grupo das falácias "Falhar O Alvo" e, dentro deste, pode incluir-se nas fálacias da Petição de Princípio (que é o mesmo que argumento circular), isto porque as premissas incluem a conclusão, apesar de não o fazerem de uma forma directa. A conclusão é reafirmada nas premissas. A segunda premissa neste caso é uma consequência da conclusão, quando deveria ser ao contrário. Ou seja, a conclusão não faz mais do que reafirmar o que é dito nas premissas.


Sara Fernandes n.20 11.ºC

Anónimo disse...

O argumento é:
"Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Logo, se os índios apanham muita lenha é porque o Inverno vai ser frio.
A falácia informal que está presente neste texto é uma petição de princípio, um argumento circular.

Mariana Nogueira, 11ºA, nº16

Margarida Silva, nº3, 11ºA disse...

O argumento explicitado traduz-se no seguinte:

Se o Inverno for frio, os índios apanharão muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno será muito frio.

Esta é uma falácia informal denominada Petição de Princípio. Vejamos: a única razão para que nos leva a concluir que o Inverno será frio é o facto de os índios apanharem muita lenha... e os índios apanham muita lenha porque se prevê que o Inverno seja frio. Posto o argumento nestes termos, é fácil reparar que se aponta como justificação para um acontecimento um outro acontecimento e vice-versa. Em suma, o argumento inclui disfarçadamente nas premissas o que deseja concluir.

José Alexandre Teixeira 11ºC nº10 disse...

A falácia presente no texto é:

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Os índios apanharão muita lenha.
Logo, o Inverno será muito rigoroso.

A falácia é uma afirmação da consequente que tem uma forma parecida ao modus ponens onde se conclui a antecedente a partir da consequente.

Anónimo disse...

Este argumento é uma falácia (inversão da consequente).
Analisando informalmente, é ridículo considerarmos que os acontecimentos meteorológicos se devem às acções dos índios. (Mais caricato ainda é pensar que os índios têm telefone!)
Apesar do chefe dos índios não ter agido correctamente ao induzir a sua tribo em erro, a grande falácia está nas orientações do meteorologista que estão isentas duma base lógica.
No entanto, pergunto-me: se o texto tivesse seguido um fio de pensamento lógico, eu conseguiria concluir que existia uma falácia? Provavelmente só recorrendo a um inspector de circunstâncias. Ou seja, nesta história mais do que na falácia do argumento em si, o texto apresenta-nos contradições que nos induzem a considerar esta situação muito pouco provável.

André Martins nº4 11ºc

Anónimo disse...

A falácia que está presente neste texto é:

Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio

Este argumento é uma falácia da petição de princípio (também denominada argumento circular) pois as premissas, disfarçadamente, incluem o que se pretende concluir.

Assim: a única razão para que nos leva a concluir que o Inverno será frio é o facto de os índios apanharem muita lenha. Os índios apanham muita lenha porque se prevê que o Inverno seja frio.
Deste modo, é fácil reparar se justifica um acontecimento com base noutro, e vice-versa. Isto faz do argumento, um argumento circular.

Ana Antunes, 11ºA nº4

Pedro Martins nº16 11ºc disse...

A falácia presente no texto é:

Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

A falácia é uma afirmação da consequente. Esta forma é parecida com o modus ponens (concluí a consequente apartir da antecedente).

Anónimo disse...

No texto a falácia presente é:
Se o Inverno for muito rigoroso, então os índios apanham muita lenha.
Ora, os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno irá ser muito rigoroso.

Formalmente, esta falácia é uma inversão da condicional, pois nunca poderemos concluir a antecedente tendo como ponto de partida a consequente, pois a condicional não é um operador comutativo.

Informalmente, esta falácia insere-se no grupo das falácias falhar o alvo, pois falham a prova de que a conclusão é verdadeira, nós não chegamos verdadeiramente a saber se o Inverno vai ser muito rigoroso ou não!!
Dentro deste grupo de falácia qualifico esta como uma petição de princípio, posto que a verdade da conclusão é pressuposta pelas premissas, no fundo estamos simplesmente a reafirmar a conclusão, mas de uma forma ligeiramente diferente.
Neste exemplo em concreto temos a afirmação de " O inverno irá ser muito rigoroso" pelo facto de "os índios apanham muita lenha".

Andreia Silva nº5 11ºA

Anónimo disse...

A falácia que está presente no texto é a petição de principio, pois a verdade da conclusão é pressuposta pelas premissas. Esta é também chamada por falácia circunstancial, em todo o texto andamos ás voltas para concluirmos o mesmo.

Joana vasconcelos 11ºA

Anónimo disse...

a falácia presente no texto é:
Se o inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o inverno vai ser muito frio.

A falácia informal presente no texto é a petição de princípio que é um argumento circular, pois a verdade da conclusão está pressoposta nas premissas.

Ana Rita Almeida nº3 11ºC

Anónimo disse...

A falácia presente no texto é:

Se o Inverno for frio, então os índios apanham muita lenha.
Os índios apanham muita lenha.
Logo, o Inverno vai ser muito frio.

Este argumento é uma falácia pois é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido na capacidade de provar eficazmente o que alega. Não podemos dizer que se os índios apanharem muita lenha o inverno será muito rigoroso. Pois os fenómenos meteorológicos nada têm a ver com a decisão dos índios em apanhar lenha.

Ivo Farreca , nº12 11ºA

Anónimo disse...

O argumento que pode ser deduzido apartir da leitura do texto é:
Se o inverno for muito frio os indios apanham muita lenha. Os indios apanham muita lenha, logo o inverno será muito frio. A falácia apresentada á a petição de princio. Esta é uma falácis informal que pertence ás falácias falhar o alvo. Nesta falácia com a verade das permissas podemos deduzir a verdade da conclusão. Assim quando os indios sabem que o inverno será frio a sua reação é apanhar lenha, mas isto não quer dizer que se apanharem lenha o inverno será frio.
Ana Luísa nº2 11ºA

Anónimo disse...

Se os índios apanharem muita lenha, o Inverno será muito rigoroso.
Logo, o Inverno será muito rigoroso se os índios apanharem muita lenha.

Este argumento é uma falácia pois podemos concluir que se os idios apanharem muita lenha então o inverno vai ser muito rigoroso. Tenho algumas duvidas no que disse porque os indios também podem apanhar lenha só para se protegerem, assim sabem que se o inverno for rigoroso têm lenha para todo ele. Não sei se era isto que o professor queria mas tive algumas dificuldades em comentar consigo ver duas prespectivas.

Tiago Melo 11ºA