quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ARGUMENTOS SÓLIDOS

Um argumento válido pode ter uma conclusão falsa desde que pelo menos uma das suas premissas seja falsa. Dado que o que interessa na argumentação é chegar a conclusões verdadeiras, os argumentos meramente válidos não têm interesse. É por isso importante compreender a noção de argumento sólido.
Um argumento sólido obedece a duas condições: é válido e as suas premissas são verdadeiras. É impossível que um argumento dedutivo sólido tenha uma conclusão falsa. Vejamos o seguinte exemplo:

Todos os animais ladram.
Os pardais são animais.
Logo, os pardais ladram.

Este argumento é válido, mas não é sólido – a primeira premissa é falsa porque nem todos os animais ladram. Na argumentação é muito importante usar premissas verdadeiras e argumentos válidos, pois só estas duas condições garantem conclusões verdadeiras. E se um dado argumento for válido mas a sua conclusão é falsa, pelo menos uma das suas premissas é falsa.
Os argumentos sólidos estão mais próximos do que interessa na argumentação. Mas ainda não chega, pois há argumentos sólidos sem qualquer interesse para a argumentação. Vejamos o seguinte exemplo:

A neve é branca.
Logo, a neve é branca.

Este argumento é válido: é impossível a premissa ser verdadeira e a conclusão falsa. E é sólido: a premissa é verdadeira. Mas é óbvio que o argumento não é bom. Isto acontece porque num argumento bom as premissas têm de ser menos discutíveis do que a conclusão.[1] Muitos argumentos não são bons porque partem de premissas que não são menos discutíveis do que a conclusão; por exemplo:

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

Este argumento é mau porque as suas premissas não são menos discutíveis do que a sua conclusão. Este argumento pode ser o resumo de uma argumentação mais vasta em que se defenda cuidadosamente cada uma das premissas. Mas, nesse caso, mais uma vez, esses argumentos terão de partir de premissas menos discutíveis do que as conclusões.
A noção do que é mais ou menos discutível é sem dúvida relativamente vaga e contextual; mas exibe uma condição necessária para que um argumento seja bom. E é importante ter consciência dela para que não se crie a crença falsa de que a validade é inútil para a argumentação e para a filosofia.
Exercícios
1.    1.    Considere os seguintes argumentos:
a)    “O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”
b)    “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
Serão estes argumentos bons? Porquê?
4.    
MURCHO, Desidério, O Lugar da Lógica na Filosofia, 2003. Lisboa: Plátano Editora, pp. 18-20



[1] Esta regra é muitas vezes violada no curso normal da argumentação; é comum ouvir argumentos contra o aborto, por exemplo, com base em premissas religiosas que estão longe de ser menos discutíveis do que a conclusão desejada. É necessário ter em mente que a força de um argumento válido é precisamente igual à plausibilidade da sua premissa menos plausível.

42 comentários:

Fabio Santos 11ºA disse...

eu acho que ambos os argumentos sao maus, pois tanto as permissas como as conclusoes podem ser discutiveis.

Cristiana, nº6, 11ºA disse...

1.1
a)Forma canónica:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Trata-se de um bom argumento, já que a premissa é menos discutível que a conclusão. Quanto à premissa, independentemente da sociedade em que estivermos, da cultura em que nos inserirmos, dos costumes que praticarmos e da religião que seguirmos, as nossas crenças levam-nos sempre a acreditar que a vida é sagrada, independentemente dos rituais mais surreais que possam tornar essa vida sagrada. Já a conclusão é discutida em qualquer parte do mundo. Muitos concordam que o aborto deve ser permissível, muitos discordam, é bastante relativo.

b)Forma canónica:
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Trata-se de um mau argumento, pois a premissa é mais discutível que a conclusão. Quanto à premissa, sabemos que pode existir quem ache que os animais têm relevância moral, como quem ache que não têm qualquer relevância moral. Quanto à conclusão, sabemos que esta nem sequer é discutível, pois sabemos que as touradas são permissíveis, quer concordemos quer não elas existem. É claro que não sabemos ao certo o local a que nos referimos, já que há países em que as touradas já foram abolidas, no entanto, no mundo sabemos que elas são permitidas. Apesar disto, quer a conclusão seja considerada verdadeira ou falsa, o argumento não deixa de ser mau, pois mesmo que a premissa e a conclusão sejam igualmente discutíveis, isso faz do argumento, um mau argumento, porque a premissa tem de ser necessariamente menos discutível que a conclusão.

Anónimo disse...

O argumento a), é um bom argumento, pois a sua premissa é menos discutível que a sua conclusão.
No argumento b), acontece precisamente o contrário, ou seja, a sua premissa é mais discutível que a sua conclusão, logo é um bom argumento.

Fábio Silva nº9 11ºA

José Alexandre Teixeira 11ºC nº10 disse...

1.1
a) A vida é sagrada
Logo, o aborto não é permissível

Trata-se de um bom argumento pois estamos perante uma permissa que não é menos argumentável do que a conclusão. Como o argumento nos apresenta, "A vida é sagrada" é pode ser traduzido numa permissa verdadeira, pois em qualquer sítio que estejamos sabes sempre que a nossa vida é sagrada. Contudo, o aborto é um assunto que ainda se mantém em grande discussão pois não podemos afirmar que é eticamente moral o aborto mas tambem nao podemos afirmar que não o é eticamente moral.

O argumento b) é diferente, pois ao afirmar que os animais não têm relevância coloca-nos numa situação de discordância, pois nem todos os animais são iguais e alguns deles aparentam ter considerações instintivas. Mesmo assim, existem culturas em que as pessoas não achem que os animais tenham relevância moral e em outras culturas o achem que o têm por isso a premissa torna-se muito discutível. Apesar da conclusão ser falsa ou não, é indiferente. Pois se o argumento tiver uma premissa falsa não interessa a conclusão visto que o argumento passa automaticamente a ser um mau argumento.

José Alexandre Teixeira nº11 10ºC

Anónimo disse...

a)Acho que este argumento é um bom argumento, pois a premissa (a vida é sagrada) é menos discutível que a conclusão(O aborto não é permissível).
O que é isto de ser discutível? É ser relativo, ou seja, não ter a certeza do seu valor de verdade. Nós temos mais certeza de que a vida é sagrada do que o aborto ser permissível, há muitas dúvidas a esse respeito...
b)Este é um mau argumento, pois a sua premissa(os animais não têm qualquer relevância moral) é mais discutível do que a sua conclusão(as touradas são permissíveis).


Raquel Martins Nº18 11ºA

Roxanne, 11ºC, nº19 disse...

a)“O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”
-> Forma Canónica:
"A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível."
Este argumento é um bom argumento, pois a sua premissa é menos discutível do que a conclusão.
b)“As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
-> Forma Canónica:
"Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis. "
Este argumento não é um bom argumento, pois a sua premissa é muito mais discutível do que a conclusão.

Anónimo disse...

a)
A vida é sagrada;
Logo, o aborto não é permissível.

Este argumento, é bom, pois a sua conclusão é nitidamente muito mais discutível do que a sua premissa; visto que em diferentes culturas da sociedade o aborto é um tema bastante abordado/discutido, no sentido de se ser pró ou contra esse acto; Mas, a premissa "a vida é sagrada" já não é tão discutível, pois em qualquer parte do mundo, suponho, que todos gostem de viver, e apreciar o pouco tempo que cá passamos.

b)
Os animais não têm qualquer relevância moral;
Logo, as touradas são permissíveis.

Isto é um bom exemplo de um mau argumento, pois quer a sua premissa quer a sua conclusão podem ser vastamente explorados, pois, o facto de os animais não terem qualquer relevância moral, não é aprovado em todas as culturas/sociedades, por exemplo na Índia, as vacas são animais extremamente venerados, logo eles não dirão que os animais não têm relevância moral;
E em relação à permissão ou proibição das touradas, basta ligarmos a televisão, que veremos imensas vezes protestos contra as touradas, ou a favor, pois há imensa gente que aprova esse tipo de "epectaculo" ...

Alexandr Ostrovschii, nº1 11ºC

i disse...

1. Considere os seguintes argumentos:
a) “O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”
b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
Serão estes argumentos bons? Porquê?


a)A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Na minha opinião este é um bom argumento pois a premissa é um facto evidente (atrevo-me a dizer) para a grande maioria das pessoas, é um facto convincente, menos discutível que a conclusão. No entanto, a conclusão já dá aso a discussão: há quem considere que abortar não põe em causa o direito à vida, nem ao que ela tem de sagrado. Desse modo, considero que este argumento seria ainda melhor se tivesse uma outra premissa que relacionasse o direito à vida com a moralidade que existe (ou não) no acto de abortar.


b)Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Eu não considero que este argumento seja bom, pois a premissa não é convincente. Os animais têm, na minha opinião, relevância moral. São seres com sensibilidade à dor e ás emoções. A conclusão é uma realidade. Ora assim sendo, podemos logo verificar que a premissa é possivelmente falsa e a conclusão verdadeira; nestas circunstâncias o argumento não pode ser considerado um bom argumento, pois não nos leva a pensar correctamente, a pensar de forma lógica, de forma racional.

Anónimo disse...

a) Na forma canónica:
Se a vida é sagrada o aborto não é permissivel.
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissivel.

Estamos perante um mau argumento porque, tal como alguns colegas referiram, a segunda premissa é discutivel dependendo na nossa cultura ou sociedade. Mas acho que a conclusão também é discutivel. Cada sociedade tem as suas leis e elas também são discutiveis, (ainda há pouco tempo tivemos um referendo sobre o aborto). Assim com uma premissa tão discutivel como a conclusão podemos concluir que estamos diante de um mau argumento.

b)Na forma canónica:
Se os animais não têm revelancia moral as touradas podem ser permitidas.
Os animais não têm qualquer relevancia moral.
Logo, as touradas são permissiveis.

O raciocinio do argumento a) pode ser aplicado a este. Como também aqui temos a segunda premissa mais ou tanto discutivel que a conclusão, estamos mediante um argumento mau.

Ricardo Silva Nº17 11ºC.

Margarida Silva, nº3, 11ºA disse...

No respeita ao argumento apresentado em a), penso que é um bom argumento. Afirmo-o, pois, na minha opinião, a premissa é menos discutível que a conclusão. No que respeita a esta primeira (A vida é sagrada.) penso ser pouco discutível. Todo o ser humano considera a vida sagrada. Já a conclusão deu e dá ainda nos dias de hoje aso a discussões fogosas, não havendo, portanto, uma opinião consensual.

Quanto ao argumento apresentado em b, penso que é um mau argumento, visto que o facto de os animais terem ou não qualquer relevância moral (ideia expressada na premissa) é muito mais discutível do que o facto de as touradas serem permitidas (ideia correspondente à conclusão).

Nuno nº14 11ºC disse...

1.
a) "O aborto não é permissível porque a vida é sagrada". Na forma canónica, o argumento tem a seguinte forma:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.
À primeira vista, a premissa parece ser verdadeira, pois para grande parte das pessoas, ou mesmo para todas, a vida é muito importante, daí que possa ser considerada sagrada. No entanto, quanto à conclusão, já não se pode ter tanta certeza se esta é verdadeira, pois as opiniões sobre a mesma divergem. Isto é, há muitas pessoas que acham que o aborto não é permissível mas também há outras tantas que pensam o contrário (que o aborto é permissível). Sendo assim, conclui-se que este argumento é bom, pois a premissa é menos discutível que a conclusão do argumento.
b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.” A forma canónica deste argumento é:
Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.
Neste argumento já não acontece o mesmo. À partida, tem se mais dúvidas quanto ao valor de verdade da premissa do que à conclusão. Ora, há quem pense que os animais não têm relevância moral porque, por exemplo, não são seres racionais. Contudo, também há quem pense que os animais têm relevância moral porque, por exemplo, eles sentem dor e sofrem como nós, humanos. Quanto há conclusão, sabe-se que em muitos países as touradas são permissíveis. É claro que há quem se oponha a esta prática, mas este assunto não é tão debatido como o de saber se os animais são ou não relevantes moralmente. Conclui-se, portanto, que este argumento é mau, porque a premissa é mais discutível que a conclusão.

Anónimo disse...

a) Se a vida é sagrada o aborto não é permissível.
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Na minha opinião este é um argumento mau, pois estamos perante um argumento que nos apresenta uma premissa (a segunda), tão discutível como a conclusão.


b)Se os animais não têm relevância moral as touradas podem ser permitidas.
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Tal como o argumento da alínea a) aqui aplica-se o mesmo raciocínio: temos uma segunda premissa tão discutível como a conclusão.

Logo, estamos perante dois maus argumentos.

Márcia 11ºc nº12

Ana Luísa 11ºA disse...

a)“O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”
Este é um argumento bom. Isto porque cumpre a regra de um argumento bom ter permissas menos discutíveis do que a conclusão. A sua permissa é uma verdade que consideramos praticamente universal e a conclusão é defendida por algumas pessoas e refutada por outras.
b)“As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
Ao contrário do primeiro argumento, o segundo é mau.
Pois a permissa é bem mais discutivel que a conclusão. A maioria das pessoas sabe que os animais devem ser bem tratados, embora haja também bastantes que discordam, assim esta questão torna-se muito discutível.Quanto á conclusão , não é um assunto tão discutível, porque se realizam touradas, ou seja, estas são permissíveis.

Anónimo disse...

Argumento a) trata-se de um bom argumento, uma vez que a sua premissa é menos discutível que a conclusão. Pois a premissa, independentemente da nossa cultura, todo ser humano acha que a vida é sagrada e a conclusão pode ser bastante discutível, porque o facto de o aborto ser permitido ou não varia de cultura para cultura.
Argumento b) o argumento b é um mau argumento pois a sua premissa é mais discutível que a sua conclusão. Quanto à premissa, é bastante discutível, há pessoas que acham que os animais têm relevância moral e outras não. Já a conclusão é verdadeira, quer gostemos ou não, as touradas são permitidas.

Carolina Silva 11º C nº9 disse...

Para mim, estes dois argumentos a) e b) são maus, pois ambos são discutíveis por diferentes pessoas e de diferentes maneiras...

Anónimo disse...

Argumento a) trata-se de um bom argumento, uma vez que a sua premissa é menos discutível que a conclusão. Pois a premissa, independentemente da nossa cultura, todo ser humano acha que a vida é sagrada e a conclusão pode ser bastante discutível, porque o facto de o aborto ser permitido ou não varia de cultura para cultura.
Argumento b) o argumento b é um mau argumento pois a sua premissa é mais discutível que a sua conclusão. Quanto à premissa, é bastante discutível, há pessoas que acham que os animais têm relevância moral e outras não. Já a conclusão é verdadeira, quer gostemos ou não, as touradas são permitidas.

Tiago Melo nº19 11ºA

Anónimo disse...

Quanto ao primeiro argumento, acho que se trata de um argumento bom, pois a sua premissa não é tão discutível quanto a sua conclusão. A ideia expressa na premissa de que a vida é sagrada consiste, para mim, num facto aceite por todos. Já a conclusão é totalmente o oposto, isto é, apesar dos vários e extensos debates, reportagens, referendos, entre outros, ainda continua a existir imensa polémica e opiniões muito divergentes sobre o aborto e a forma como deve ser encarado.

Por outro lado, o segundo argumento é um mau argumento, pois a ideia expressa pela premissa de que os animais não possuem qualquer relevância moral é bastante mais discutível do que a ideia expressa na conclusão de que as touradas são permissíveis.

Andreia Silva 11ºA nº5

Anónimo disse...

Argumento a) trata-se de um bom argumento, uma vez que a sua premissa é menos discutível que a conclusão. Pois a premissa, independentemente da nossa cultura, todo ser humano acha que a vida é sagrada e a conclusão pode ser bastante discutível, porque o facto de o aborto ser permitido ou não varia de cultura para cultura.
Argumento b) o argumento b é um mau argumento pois a sua premissa é mais discutível que a sua conclusão. Quanto à premissa, é bastante discutível, há pessoas que acham que os animais têm relevância moral e outras não. Já a conclusão é verdadeira, quer gostemos ou não, as touradas são permitidas.

Ivo Farreca nº12 11ºA

(professor, desculpe mas eu no comentário anterior esqueime de colocar o nome)

Ana Antunes, nº4, 11ºA disse...

Quanto ao argumento "O aborto não é permissível porque a vida é sagrada" penso que é um argumento bom. Isto, pois a premissa é menos discutível que a conclusão. A questão do aborto ser ou não permissível não tem, até hoje, uma opinião consensual, e é muito discutível.
Quanto à conclusão, é pouco discutível pois penso que toda a gente concorda que a vida é sagrada.

Já o argumento "As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral." trata-se de um mau argumento.Tanto a premissa como a conclusão não têm uma opinião consensual. Contudo, a relevância moral dos animais é um tema mais debatido.
Conclui-se, assim, que a conclusão é mais discutível do que a premissa.

Paula Lopes Nº15 11ºC disse...

a) O aborto não é permissível porque a vida é sagrada".
A forma canónica deste argumento é:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

No meu ponto de vista este argumento é bom, pois a primeira premissa é verdadeira pois certamente que para todos a vida é sagrada, ao contrario da conclusão, no qual, as opiniões sobre o aborto são diferentes de pessoa para pessoa, umas acham permissível e outras não. Conclui-o assim que a conclusão é mais discutível que a premissa.

b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
A forma canónica deste argumento é:
Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Este argumento é mau. Pois não acontece o mesmo que o argumento de cima pois nem todos acham que os animais não têm relevância moral (por isso o facto de certas pessoas criarem instituições para animais pois sabem que eles sofrer tal como nós, enquanto outras os abandonam nas ruas). Relativamente a conclusão a certas pessoas que acham as touradas algo pouco moral enquanto outras pensam que aquilo é uma tradição do seu pais . Mas estas não opinam pois as touradas são por maioria das pessoas aceitável. Assim, conclui-o que aqui a premissa é mais discutível que a conclusão.

Bruno Francisco Lima Nº5 11ºC disse...

a)A forma canónica deste argumento é:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

A meu ver este argumento é bom, porque a primeira premissa é verdadeira pois de certo para todos a vida é sagrada, ao contrario da conclusão, no qual, as opiniões sobre o aborto são diferentes de pessoa para pessoa, umas acham permissível e outras não. Conclui-o entao que a conclusão é mais discutível que a premissa.

b)A forma canónica é:
Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Este argumento é mau. Pois nem todos acham que os animais não têm relevância moral. Relativamente à conclusão a certas pessoas que acham as touradas algo pouco moral enquanto outras pensam que aquilo é uma tradição do seu pais . Mas estas não opinam pois as touradas são por maioria das pessoas aceitável. Assim, conclui-o que aqui a conclusao é menos discutível que a permissa.

Anónimo disse...

a)"O aborto não é permissível porque a vida é sagrada".

Forma canónica do argumento:
"A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível."

A premissa parece ser verdadeira, porque para a maioria das pessoas, a vida é muito importante, daí que possa ser considerada sagrada.
No entanto, não se pode afirmar que a conclusão seja verdadeira, pois as opiniões sobre esta não são consensuais. Isto quer dizer que há pessoas que acham que o aborto é permissível, e outras que acham o oposto.
Assim, posso concluir que este é um bom argumento, uma vez que, a premissa é menos discutível que a conclusão do argumento.


b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”

Forma canónica do argumento:
"Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis."

Neste caso surgem mais dúvidas quanto ao valor de verdade da premissa. Ora, há quem pense que os animais não têm relevância moral porque, não são seres racionais. No entanto, também há quem pense que os animais têm relevância moral pois, eles sentem dor como nós, humanos.
Quanto à conclusão, sabemos que esta nem sequer é discutível, pois sabemos que as touradas são permissíveis, quer concordemos, quer não, elas existem. É óbvio que há quem se oponha a esta prática, mas este assunto não é tão debatido como o de saber se os animais são ou não relevantes moralmente.
Assim sendo, posso concluir, que este argumento é mau, porque a premissa é mais discutível que a conclusão, o que não pode acontecer para que se considere que este é um bom argumento.


Sara Fernandes n.º20 10.ºC

Anónimo disse...

Sara Fernandes n.º20 11.ºC (enganei-me no ano)

Carla Duarte disse...

a) "O aborto não é permissível porque a vida é sagrada". Na forma canónica, o argumento tem a seguinte forma:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.
À primeira vista, a premissa parece ser verdadeira, pois para grande parte das pessoas, ou mesmo para todas, a vida é muito importante, daí que possa ser considerada sagrada. No entanto, quanto à conclusão, já não se pode ter tanta certeza se esta é verdadeira, pois as opiniões sobre a mesma divergem. Isto é, há muitas pessoas que acham que o aborto não é permissível mas também há outras tantas que pensam o contrário (que o aborto é permissível). Sendo assim, conclui-se que este argumento é bom, pois a premissa é menos discutível que a conclusão do argumento.
b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.” A forma canónica deste argumento é:
Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.
Neste argumento já não acontece o mesmo. À partida, tem se mais dúvidas quanto ao valor de verdade da premissa do que à conclusão. Ora, há quem pense que os animais não têm relevância moral porque, por exemplo, não são seres racionais. Contudo, também há quem pense que os animais têm relevância moral porque, por exemplo, eles sentem dor e sofrem como nós, humanos. Quanto há conclusão, sabe-se que em muitos países as touradas são permissíveis. É claro que há quem se oponha a esta prática, mas este assunto não é tão debatido como o de saber se os animais são ou não relevantes moralmente. Conclui-se, portanto, que este argumento é mau, porque a premissa é mais discutível que a conclusão.

Tiago Tojal disse...

a. O primeiro argumento é bom porque a premissa que diz que a vida é sagrada fundamenta a conclusão "o aborto não é permissível".

b. O argumento é mau porque a premissa que diz que os animais não têm qualquer relevância moral não é de todo verdadeira porque uns acham que os animais têm relevância moral e outros acham que não, como os argumentos bons têm de ter premissas verdadeiras este é um mau argumento.

Anónimo disse...

1.1 a)
Forma canónica:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.
É um bom argumento pois a sua conclusão é mais plausível que a premissa pois o aborto é um assunto que diverge de opinião para opinião e de cultura para cultura.

b)Forma canónica:
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.
è um argumento mau pois a sua premissa é mais discutível que a sua premissa pois os animais terem ou não qualquer relevância moral varia de cultura para cultura enquanto que as touradas, sejamos nos a favor ou contra, existem.

Lígia Castro nº15 11ºA

Tatiana Pereira disse...

Um argumento bom ou cogente é um argumento sólido, ou seja válido com premissas verdadeiras, em que as premissas são mais plausíveis do que a conclusão. Para que um argumento seja bom, a(s) premissa(s) têm de ser menos discutíveis do que a conclusão.

Assim, o primeiro argumento, na forma canónica fica:

A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Este é um bom argumento, visto que, a premissa ( a vida é sagrada) é menos discutível do que a conclusão( O aborto não é permissível.) Dizer que a vida é sagrada, apesar de todo, é muito menos díscutível do que afirmar que o aborto não é permissível. O tema do aborto, e a questão se este é ou não permissível é um assunto muito discutivel na sociedade mundial, e que divide muitas pessoas em muitas opiniões.

O segundo argumento, na forma canónica fica:

Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Este no meu entender é um mau argumento, visto que a premissa( os animais não têm qualquer relevância moral) é muito mais discutível, do que a conclusão ( as touradas são permissíveis). Na sociedade mundial é muito mais usual as pessoas discutirem e debaterem o problema de saber se os animais têm ou não relevância moral, do que o problema de saber se as touradas são ou não permissíveis, visto que nem todas as pessoas se interessam por touradas, mas a maioria para não dizer todas as pessoas, se interessam pelos animais e pelo problema de saber se estes têm ou não alguma relevância moral.

Assim, na minha opinião o primeiro argumento é bom ou cogente, e o segundo é um mau argumento.


Tatiana Raquel Pereira Gomes nº22 11º C

Sara Oliveira,, nº21, 11ºC disse...

A forma canónica do primeiro argumento é:

A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Este é um bom argumento, pois a conclusão é mais discutível que a premissa. Isto porque a sociedade preocupa-se muito mais com o problema do aborto do que em saber propriamente se a vida é sagrada ou não.

A forma canónica do segundo argumento é:

Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

No meu entender este argumento é um mau argumento. Visto que a premissa é muito mais discutível pela sociedade do que a conclusão. Nem todas as pessoas se preocupam em saber se as touradas são ou não permissíveis, mas toda a gente se preocupa em saber se os animais têm ou não relevância moral.

Anónimo disse...

Considere os seguintes argumentos:
a) “O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”
b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”
Serão estes argumentos bons? Porquê?

a)A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Na minha opinião este é um bom argumento pois a premissa é um facto evidente (atrevo-me a dizer) para a grande maioria das pessoas, é um facto convincente, menos discutível que a conclusão. No entanto, a conclusão já dá aso a discussão: há quem considere que abortar não põe em causa o direito à vida, nem ao que ela tem de sagrado. Desse modo, considero que este argumento seria ainda melhor se tivesse uma outra premissa que relacionasse o direito à vida com a moralidade que existe (ou não) no acto de abortar.

b)Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Eu não considero que este argumento seja bom, pois a premissa não é convincente. Os animais têm, na minha opinião, relevância moral. São seres com sensibilidade à dor e ás emoções. A conclusão é uma realidade. Ora assim sendo, podemos logo verificar que a premissa é possivelmente falsa e a conclusão verdadeira; nestas circunstâncias o argumento não pode ser considerado um bom argumento, pois não nos leva a pensar correctamente, a pensar de forma lógica, de forma racional.

André Martins nº4 11ºc

Júli, nº14, 11ºA disse...

1.a) A forma canónica do argumento é a seguinte:
Se a vida é sagrada, o aborto não é permissível.
A vida é sagrada.
Logo o aborto não é permissível.
Creio que este é um bom argumento, possuindo premissas verdadeiras e mais plausíveis que a conclusão.
Por um lado, a grande maioria dos seres humanos (se não todos) dão uma grande importância à vida, o que se pode aceitar como tomá-la por sagrada. Por outro, a conclusão é bastante discutida na atualidade, com apoiantes de ambos os lados da questão. Quanto à primeira premissa, subentende-se que se a vida é sagrada, há que a preservar e abortar é matar seres humanos, agindo contra a vida.
b) Forma canónica do argumento:
Se os animais não têm relevância moral, as touradas são permissíveis.
Os animais não têm relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.
Este é um claro exemplo de mau argumento pois a segunda premissa é muito discutível, havendo um grande número de defensores da relevância moral dos animais. Além disso a conclusão também é discutível: as touradas são permitidas, mas será que isso é correto? A primeira premissa é verdadeira, pois se os animais não possuíssem relevância moral não seria incorreto torturá-los e matá-los de forma desumana como nas touradas.

Anónimo disse...

a) “O aborto não é permissível porque a vida é sagrada.”

Forma canónica:
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Na minha opinião, este é um bom argumento, porque a premissa é menos discutível que a conclusão. A maioria das pessoas consideram a vida como sagrada. Enquanto que, no respeita ao aborto, não há um consenso.



b) “As touradas são permissíveis porque os animais não têm qualquer relevância moral.”

Forma canónica:
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Acho que é um mau argumento, pois a premissa é mais discutível que a conclusão.
Quanto à premissa, existem muitas opiniões diferentes, não é um assunto consensual. Por outro lado, a conclusão é um facto.



Beatriz Martinho, nº 1, 11º A

Anónimo disse...

a) Na forma canónica:
Se a vida é sagrada o aborto não é permissivel.
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissivel.

é um mau argumento a segunda premissa é discutivel depende da nossa cultura ou sociedade. Mas acho que a conclusão também é discutivel. Cada sociedade tem as suas leis e elas também são discutiveis. Assim com uma premissa tão discutivel como a conclusão podemos concluir que estamos diante de um mau argumento.

b)Na forma canónica:
Se os animais não têm revelancia moral as touradas podem ser permitidas.
Os animais não têm qualquer relevancia moral.
Logo, as touradas são permissiveis.

O raciocinio do argumento a) pode ser aplicado a este. Como também aqui temos a segunda premissa mais ou tanto discutivel que a conclusão, estamos perante um mau argumento

ana cruz nº1 11ºc

Anónimo disse...

1.1 O primeiro argumento, na forma canonica fica:
A vida é sagrada.
Logo o aborto nao é permissivel.

Já o segundo fica:
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissiveis.


Quanto ao primeiro argumento, penso que este é um bom argumento, pois a premissa (A vida é sagrada) é menos discutivel que a conclusão ( o aborto não é permissivel), isto porque há muita discução sobre se é ou não o aborto permissivel, pois implica ignorarmos algumas questões de etica, como por exemplo o direito à vida.

Por outro lado, o segundo argumento penso que é um mau argumento, pois a permissa (Os animais não têm qualquer relevância moral) é mais discutivel que a conclusão (as touradas são permissiveis) visto que é muito discutivel se os animais têm ou não relevância moral.

Daniela Coutinho nº8/11ºA

Anónimo disse...

1.
a)O argumento anterior, na minha opinião, não é um argumento mau apesar de ser sólido.
A premissa "a vida é sagrada" é uma premissa considerada verdadeira e portanto menos discutível que a conclusão "o aborto não é permissível" pois há inúmeros aspectos a favor e contra essa preposição. Um argumento bom nunca poderá ter uma conclusão que gere mais discussão que uma premissa.

b) Este segundo argumento é também um argumento mau.
Tanto quando sabemos, há pessoas que consideram que os animais têm relevância moral e outras que acham que não, tornando assim um assunto que causa discussão, assim como as touradas serem permissíveis ser uma questão em que a opinião humana é relativa.
Assim, a premissa "os animais não têm qualquer relevância moral" é tão ou mais discutível como a conclusão "as touradas são permissíveis" tornando este argumento um mau argumento.

Mariana Tavares nº17 11ºA

Anónimo disse...

1
a)Não penso que este argumento seja sólido. Por exemplo podemos pôr em dúvida a premissa "a vida é sagrada", visto que as pessoas que se suicidam, e há homicídios, tornando a premissa mais discutível que a conclusão.

b)Na minha opinião é um mau argumento. Os touros até poderiam não ter relevância moral, mas isso não torna correto matar por entretenimento, se o fosse, não seria moralmente correto segundo os valores da moralidade, logo a premissa também é mais discutível que a conclusão.

Daniel Azevedo Nº7 11ºA

carina coelho disse...

a) (na forma canónica):

"Se a vida é sagrada o aborto não é permissivel.
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissivel."

-estamos perante um mau argumento, visto que a conclusão depende de cada região, cada sociedade. O aborto é discutivel de sociedade para sociedade, uns podem aprovar e outros não. Como não sabemos se a conclusão ´verdadeira ou não, considero este argumento mau.


b) (na forma canónica):
"Se os animais não têm revelancia moral as touradas podem ser permitidas.
Os animais não têm qualquer relevancia moral.
Logo, as touradas são permissiveis."

- neste caso a situação é semelhante, pois a opinião de segunda premissa varia consoante cada pessoa. Acho, assim, que não podendo determinar se a premissa e a conclusão são verdadeiras, o argumento é mau.

Anónimo disse...

a)
Forma canónica:
Se a vida for sagrada, o aborto não é permissível.
A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Este argumento é um argumento válido, pois é impossível, ou muitíssimo improvável que as suas premissas sejam verdadeiras e a sua conclusão falsa.
Contudo isto não basta para que este argumento seja bom (ou cogente).
Para que isso aconteça, o argumento também precisa de ser válido (tenhas as suas premissas verdadeiras) e que as premissas sejam mais plausíveis do que a conclusão. Logo, mesmo que considerássemos as premissas verdadeiras, o argumento nunca seria cogente, pois estas não são mais plausíveis do que a conclusão.

b)
Forma canónica:
Se os animais não tivessem qualquer relevância moral, as touradas seriam permissíveis.
Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Neste caso o argumento nem sequer chega a ser sólido, pois não tem premissas verdadeiras, logo é um mau argumento.

Joana Vasconcelos 11ºA Nº13

Luís Ramos disse...

a. O primeiro argumento é bom porque a premissa que diz que a vida é sagrada e por isso apoia a conclusão "o aborto não é permissível".
b. Trata-se de um mau argumento, pois a premissa é mais discutível que a conclusão. Quanto à premissa, sabemos que pode existir quem ache que os animais têm relevância moral, como quem ache que não têm qualquer relevância moral. Em relação à conclusão, sabemos que esta nem sequer é discutível, pois sabemos que as touradas existem.

Anónimo disse...

a) “A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.”

O argumento apresentado é um argumento bom, a meu ver, porque acho que a premissa é menos discutível que a conclusão.

b) “Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.”

O argumento apresentado é um argumento mau, porque a premissa (os animais não têm qualquer relevância moral) é, para mim, bastante mais discutível que a conclusão (as touradas são permissíveis).

Mariana Nogueira 11ºA / nº16

Pedro Martins nº16 11ºc disse...

Eu acho que o primeiro argumento é bom porque a premissa que diz que a vida é sagrada e por isso apoia a conclusão "o aborto não é permissível".
já no segundo argumento acho que se trata de um mau argumento pois tanto a premissa como a conclusão não têm uma opinião consensual. Contudo, a relevância moral dos animais é um tema mais debatido.

Miguel Tomás Nº8 11ºC disse...

Ambos os argumentos não podem ser considerados bons ou maus, porque não podemos saber se a vida é sagrada ou não, ou se os animais têm ou não relevância moral... O que para o autor dos argumentos pode ser uma verdade indiscutível, pode ser para outro individuo uma completa falsidade... O melhor seria encontrar uma verdade universal que não pudesse ser posta em causa. Aí sim teria-mos a certeza absoluta que tal argumento seria BOM !

Anónimo disse...

Na forma canónica o primeiro argumento fica:

A vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Este é um bom argumento, pois a conclusão é mais discutível que a premissa. Isto porque a sociedade preocupa-se muito mais com o problema do aborto do que em saber propriamente se a vida é sagrada ou não.

Na forma canónica o segundo argumento fica:

Os animais não têm qualquer relevância moral.
Logo, as touradas são permissíveis.

Já este argumento, não é bom porque a premissa é muito mais discutível do que a conclusão. As pessoas discutem e há um maior conflito de ideias quando se diz que os animais têm uma relevância moral do que quando se afirma que as touradas são permissíveis.
Roberta Gomes, nº18 11ºC