terça-feira, 27 de setembro de 2011

LÓGICA E ARGUMENTAÇÃO

A argumentação é um instrumento sem o qual não podemos compreender melhor o mundo nem intervir nele de modo a alcançar os nossos objectivos; não podemos sequer determinar com rigor quais serão os melhores objectivos a ter em mente. Os seres humanos estão sós perante o universo; têm de resolver os seus problemas, enfrentar dificuldades, traçar planos de acção, fazer escolhas. Para fazer todas estas coisas precisamos de argumentos. Será que a Terra está imóvel no centro do universo? Que argumentos há a favor desta ideia? E que argumentos há contra ela? Será que Bin-Laden é responsável pelo atentado de 11 de Setembro? Que argumentos há a favor desta ideia? E que argumentos há contra? Será que foi o réu que incendiou propositadamente a mata? Será que o aborto é permissível? Será que Cristo era um deus? Será que criamos mais bem-estar se o Estado for o dono da maior parte da economia? Será possível curar o cancro? E a Sida? O que é a consciência? Será que alguma vez houve vida em Marte? Queremos respostas a todas estas perguntas, e a muitas mais. Mas as respostas não nascem nas árvores nem dos livros estrangeiros; temos de ser nós a procurar descobri-las. Para descobri-las temos de usar argumentos. E quando argumentamos podemos enganar-nos; podemos argumentar bem ou mal. É por isso que a lógica é importante. A lógica permite-nos fazer o seguinte:
1)    Distinguir os argumentos correctos dos incorrectos;
2)    Compreender por que razão uns são correctos e outros não; e
3)    Aprender a argumentar correctamente.
Os seres humanos eram. E não erram apenas no que respeita à informação de que dispõem. Eram também ao pensar sobre a informação de que dispõem, ao retirar consequências dessa informação, ao usar essa informação na argumentação. Muitos argumentos incorrectos não são enganadores: são obviamente incorrectos. Mas alguns argumentos incorrectos parecem correctos. Por exemplo, muitas pessoas sem formação lógica aceitariam o seguinte argumento:
Tem de haver uma causa para todas as coisas porque todas as coisas têm uma causa.
Contudo, este argumento é incorrecto. A lógica ajuda-nos a compreender por que razão este argumento é incorrecto, apesar de parecer correcto. Chama-se “válido” a um argumento correcto e “inválido” a um argumento incorrecto. Do ponto de vista estritamente lógico não há qualquer distinção entre argumentos inválidos que são enganadores porque parecem válidos, e argumentos inválidos que não são enganadores porque não parecem válidos. Mas esta distinção é importante, e por isso alguns autores reservam o termo “falácia” para os argumentos inválidos que parecem válidos.[i] Como é evidente, são as falácias que são particularmente perigosas. Os argumentos cuja invalidade é evidente não são enganadores e se todos os argumentos inválidos fossem assim, não seria necessário estudar lógica para saber evitar erros de argumentação.
Há muitos aspectos da argumentação que não são estudados pela lógica; por exemplo, alguns aspectos psicológicos. Algumas pessoas aceitam argumentos inválidos pensando que são válidos; outras, recusam argumentos válidos pensando que são inválidos. Há vários tipos de factores que explicam estas atitudes: factores psicológicos, sociológicos, históricos, patológicos, etc. A lógica não estuda estes aspectos da argumentação, que são estudados pela psicologia, sociologia, história e psiquiatria.
A lógica também não estuda o que as pessoas aceitam como argumentação válida, ta como a história não estuda o que as pessoas pensam sobre o passado. A história estuda o próprio passado e não o que as pessoas pensam dele, se bem que tenha em conta o que as pessoas pensam do passado – nomeadamente para determinar se o que as pessoas pensam do passado é ou não é verdade. Do mesmo modo, a lógica não estuda o que as pessoas aceitam como argumentação válida, mas a própria argumentação válida, se bem que tenha em conta o que as pessoas aceitam como argumentação válida – nomeadamente para determinar se o que as pessoas aceitam como argumentação válida é ou não efectivamente argumentação válida.
“Argumento”, “inferência”, e “raciocínio” são termos praticamente equivalentes. Fazer uma inferência é apresentar um argumento, e raciocinar é retirar conclusões a partir de premissas. Pensar é em grande parte raciocinar. Um argumento é um conjunto de afirmações de tal forma organizadas que se pretende que uma delas, a que se chama “conclusão”, seja apoiada pelas outras, a que se chamam “premissas”.[ii] O que se pretende num argumento válido é que As suas premissas estejam de tal forma organizadas que “arrastem” consigo a conclusão. Uma boa analogia é pensar nas premissas e na conclusão como elos de uma corrente; se o argumento for válido, “puxamos” as premissas e a conclusão vem “agarrada” a elas; se for inválido, “puxamos” as premissas mas a conclusão não vem “agarrada” a elas.
Eis alguns exemplos de argumentos:
1.    Não podemos permitir o aborto porque é o assassínio de um inocente.
2.    Dado que os artistas podem fazer o que muito bem entenderem, é impossível definir arte.
3.    Considerando que sem Deus tudo é permitido, é necessária a existência de Deus para fundamentar a moral e dar sentido à vida.
4.    Se Sócrates fosse um deus, seria imortal. Mas dado que Sócrates não era imortal, não era um deus.
Nem sempre é fácil determinar qual é a conclusão e quais são as premissas de um dado argumento; mas esse é o primeiro passo para que o argumento possa ser discutido. No caso do argumento 1 a conclusão é “Não podemos permitir o aborto” e a premissa é “O aborto é o assassínio de um inocente”: No caso do argumento 2 a conclusão é “É impossível definir a arte” e a premissa é “Os artistas podem fazer o que muito bem entenderem”. O argumento 3 é mais prolixo: a conclusão é “É necessária a existência de Deus para fundamentar a moral e dar sentido à vida” e a premissa é “Sem Deus tudo é permitido”.
Para tornar a discussão de argumentos mais fácil podemos reformulá-los, separando claramente cada uma das premissas da conclusão. Chama-se “representação canónica” a esta maneira de representar os argumentos. O argumento 4 pode ser canonicamente representado como se segue:
Se Sócrates fosse um deus, seria imortal.
Sócrates não era imortal.
Logo, Sócrates não era um deus.
É evidente que esta forma de representar argumentos é artificiosa. Mas é o primeiro passo para que se possa discutir argumentos, pois só assim se torna claro quais são as premissas e qual é a conclusão. Esta forma de representar argumentos é já fruto do trabalho de análise de argumentos.
Reformular argumentos, apresentando-os na sua forma canónica é um exercício imprescindível no estudo da lógica. Claro que os argumentos dados para reformular não poderão ser demasiado complexos, pois só um especialista ou alguém já familiarizado com a lógica poderá reformular argumentos cuja estrutura seja demasiado complexa. Mas não poderão ser tão simples que surjam como artificialismos sem qualquer relação com a argumentação real que se encontra nos ensaios dos filósofos. O objectivo do estudo da lógica é desenvolver as seguintes capacidades, face a um ensaio filosófico ou outro:
1.    Identificar conclusão ou conclusão principal;
2.    Identificar as premissas, incluindo eventuais premissas implícitas;
3.    Distinguir diferentes argumentos, explícitos ou aludidos, que o ensaio apresenta.
Estas capacidades permitem discutir as ideias dos filósofos e adoptar uma posição crítica. Sem ela, resta a paráfrase e o monólogo sem rumo, a que habitualmente se chama “comentário de texto” e “problematização”.
Nos parágrafos precedentes definiu-se e caracterizou-se a lógica, definindo a noção de argumento, apresentando vários exemplos, e dando uma ideia intuitiva de argumento válido e inválido. É desta forma que tem de se proceder. Definir a lógica através da raiz etimológica da palavra “lógica” nada esclarece.  E dar exemplos d quebra-cabeças, que muitas vezes não envolvem quaisquer argumentos, mas apenas truques e trocadilhos, ´+e enganador. A lógica deve ser apresentada como o que realmente é: o estudo de alguns aspectos importantes da argumentação, que nos permite distinguir os argumentos válidos dos inválidos. A lógica não é uma espécie de “jogo simbólico” nem de “quebra-cabeças”.
Finalmente, a lógica não é o estudo das “condições de coerência” do pensamento. A lógica estuda a validade e não a coerência da argumentação. Um argumento pode ser perfeitamente coerente e ser inválido, como no exemplo seguinte:
Se a vida não é sagrada, o aborto é permissível.
Mas a vida é sagrada.
Logo, o aborto não é permissível.

Exercícios
1.    Reformule o seguinte argumento na forma canónica: “Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos. Como os touros são animais, podemos concluir que não têm direitos.”

2.    Será que todos os textos são argumentativos? Porquê?

3.    O que é um argumento? Dê alguns exemplos.


[i] Distingue-se por vezes falácias de sofismas, havendo no segundo caso intenção de enganar. Mas esta distinção é irrelevante para a compreensão da argumentação.
[ii] Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter várias premissas.


MURCHO, Desidério, O Lugar da Lógica na Filosofia, 2003. Lisboa: Plátano Editora, pp. 9-13

46 comentários:

i disse...

1)"Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.”

2)Na minha opinião, nem todos os textos são argumentativos." Um argumento é um conjunto de afirmações de tal forma organizadas que se pretende que uma delas, a que se chama “conclusão”, seja apoiada pelas outras, a que se chamam “premissas”" e tem como objectivo defender a nossa posição em relação a um determinado assunto bem como levar os outros a crer que a posição que defendemos é a mais correcta (de maneira que necessitamos de estudar a lógica para podermos argumentar correctamente). Ora, nem todos os textos se debruçam sobre a discussão, sobre problemas em aberto e ainda menos sobre a tomada de posições. Existem textos com carácter informativo, (objectivos) em que não existe opinião ou tomada de posição sobre da parte de alguém; há textos que são apenas descritivos. Portanto, numa primeira análise, eu considero que nem todos os textos são argumentativos.

3)Um argumento é um conjunto de proposições que utilizamos para justificar/suportar algo. Uma das proposições denomina-se "conclusão" e é apoiada pelas proposições anteriores, as premissas. Um argumento pode ser válido ou inválido, conforme a veracidade das suas proposições. Pode também ser bom\cogente, no caso de ser válido, bem estruturado e possuir premissas mais fortes que a própria conclusão.
A arte de argumentar baseia-se na defesa das nossas opiniões através dos argumentos que devem apresentar fortes razões que justifiquem o facto de mantermos "essas ditas opiniões". Também é necessária para questionarmos tudo o que nos rodeia e adquirirmos conhecimento, e aprendizagem no que diz respeito a uma compreensão mais profunda de pontos de vista que diferem dos nossos.

Inês Antónia, 11ºA

Anónimo disse...

1)
Se os animais tivessem deveres, teriam direitos,
Os touros são animais, mas não têm direitos,
Logo os animais não têm direitos.

2)Não, nem todos os textos são argumentativos, pois nem todos os textos tentam "persuadir" as pessoas a aceitar algo, há textos que limitam-se a falar de certo tema sem levar a cabo a ideia de fazer com que as pessoas defendam essa tal ideia, tal como textos informativos, por exemplo.
Um texto argumentativo, é um texto em que os argumentos são um conjunto de afirmações de tal forma organizada que se pretende que uma delas defenda o nosso ponto de vista (conclusão), de forma a "persuadir" os outros a aceitar que a nossa ideia é a melhor ... mas nem em todos os textos isso acontece!

3) "Um argumento é um conjunto de afirmações encadeadas de tal forma que se pretende que uma delas, a que chamamos de conclusão, seja apoiada pela outra ou outras, a que chamamos de premissa ou premissas. Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter uma ou mais premissas."
Exemplo: "Alguns gregos são lógicos e alguns lógicos são chatos, por isso, alguns gregos são chatos."
Este argumento é inválido porque todos os chatos lógicos poderiam ser por exemplo chineses.

Alexandr Ostrovschii 11ºC, nº1

Anónimo disse...

1)Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm deveres nem direitos.


2) Eu considero que nem todos os textos são argumentativos. Há diversos tipos de textos e nem todos têm o “objectivo” de defender a posição em relação a determinado assunto. Um texto argumentativo, é aquele que consiste num conjunto de premissas que defendem uma conclusão. Mas, há textos que se centram apenas num tema, onde não defendem nenhuma posição.

3) Argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos. A arte de argumentar é fundamental para interpretarmos o mundo onde vivemos. Todos nós queremos respostas à medida que nos vão surgindo questões. Mas as respostas não caiem do céu, temos de ser nós a descobri-las. E descobrimos como? Com argumentos. Por isto, argumentar é fundamental. E para argumentar é fundamental raciocinar. Um raciocínio ou argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na ou nas outras, as premissas.
Exemplo:
O aborto devia ser proibido porque é um assassino.
(Forma canónica): O aborto é um assassino.
Logo, o aborto devia ser proibido.

Márcia Almeida 11ºC nº12

Anónimo disse...

1)
Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm deveres nem direitos.


2) Eu considero que nem todos os textos são argumentativos. Há diversos tipos de textos e nem todos têm o “objectivo” de defender a posição em relação a determinado assunto. Um texto argumentativo, é aquele que consiste num conjunto de premissas que defendem uma conclusão. Mas, há textos que se centram apenas num tema, onde não defendem nenhuma posição.

3) Argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos. A arte de argumentar é fundamental para interpretarmos o mundo onde vivemos. Todos nós queremos respostas à medida que nos vão surgindo questões. Mas as respostas não caiem do céu, temos de ser nós a descobri-las. E descobrimos como? Com argumentos. Por isto, argumentar é fundamental. E para argumentar é fundamental raciocinar. Um raciocínio ou argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na ou nas outras, as premissas.
Exemplo:
O aborto devia ser proibido porque é um assassino.
(Forma canónica): O aborto é um assassino.
Logo, o aborto devia ser proibido.

Márcia Almeida 11ºC nº12

Anónimo disse...

1.Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos
Os touros são animais
Logo, os touros não têm direitos.

2.Uma das objecções à teoria do livre-arbítrio dizia-nos que é impossível evitar sentirmo-nos livres numa discussão. Se pensarmos bem, é também impossível não sujeitarmos qualquer assunto que seja à crítica, presidir sempre um mero egoísmo onde achamos que temos razão, nem que tudo isto não passe de conceitos abstractos, isto acontece intuitivamente quando lemos um texto ou quando escrevemos nós próprios um texto. Aqui se encontra um impasse. Bem, quantos textos já lemos, já sublinhámos, já reflectimos? Às vezes pegamos num jornal e esquecemo-nos que há estruturas, às quais devem as pessoas devem seguir para indicar certas notícias. Há por isso um livre-arbítrio muito restrito, como acontece com os textos dos jornalistas ou um texto descritivo. Com isto, quero dizer que nem todos os textos são argumentativos, pois há certos moldes que estão enraizados a determinadas profissões. Além disto, argumentar não é tão banal como julgamos, tem um estilo próprio, não a forma canónica, não as melhores palavras a ser usadas, mas uma forte intenção de fazer sobressair a nossa ideia. Saber argumentar é importantíssimo!

3.Um argumento não é nada mais nada menos do que o suporte das nossas crenças. De que nos vale tentar suportar uma ideia apenas pensando nela e crendo nela? Devemos passar à prática, uma prática que passe por algo concreto, um argumento coerente construído por boas palavras. Por isso, saber argumentar, é de certa forma convencer os demais a entrar na nossa linha de pensamento, para que haja um consenso a nosso favor. Um argumento é constituído por proposições, onde uma delas pretende ser justificada, a “conclusão”, a partir das anteriores proposições, “premissas”. As proposições dizem-se verdadeiras ou falsas e o argumento em si diz-se válido ou inválido. Essa validade pode depender da sua forma lógica ou da relação entre os conceitos, daí florescer o conceito de validade dedutiva e não dedutiva. Depois, um argumento ao ser sólido significa que além de válido, possui premissas verdadeiras. Ainda podem ser cogentes ou bons. Quando existe uma premissa mais discutível que a conclusão, estamos perante um mau argumento, ou não cogente.
Aqui vos apresento quatro argumentos:

Se a Ana estivesse no coliseu, teria levado máquina fotográfica.
Mas ela não levou a máquina fotográfica.
Logo, não está no coliseu.

Todas as zebras observadas até hoje têm listras.
Logo, todas as zebras têm listras.

A vida faz sentido.
A morte faz parte da vida.
Logo, a morte faz sentido.

Os bebés não têm deveres.
Se só tivesse direitos quem tem deveres, os bebés não teriam direitos.
Mas os bebés têm direitos.
Logo, é falso que só tem direitos quem tem deveres.

Anónimo disse...

Cristiana Fontes, nº6, 11ºA

Tiago Tojal disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.

2.Sim, todo texto é argumentativo porque todos são de certa maneira persuasivos, não pretendem só comunicar o que sabem mas também fazer crer.

3."Um argumento é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas, também conhecidas como proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como conclusão".

Por exemplo:
"Ou estamos todos condenados ou todos nós somos salvos, não somos todos salvos por isso estamos todos condenados".

Sara Oliveira 11ºC, Nº21 disse...

1) Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos nem deveres.

2) Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia/ opinião/ tese. E a partir de argumentos procuramos fazer com que o nosso ouvinte/leitor a aceite sem nenhuma hesitação. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3)Um argumento é um conjunto de afirmações encadeadas de tal forma que se pretende que uma delas, a que chamamos a conclusão, seja apoiada pela outra ou outras, a que chamamos premissas. Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter uma ou mais premissas.

Por exemplo:
- Todos os homens são mortais
Sócrates é homem
Logo, Sócrates é mortal.
Este argumento é válido, porque sendo as suas premissas verdadeiras é muito difícil que a sua conclusão seja falsa.

Anónimo disse...

1) Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos

2)Eu acho que nem todos os textos são argumentativos pois os textos argumentativos são aqueles que têm por objectivo influenciar, convencer e persuadir o destinatário, pretendendo moldar-lhe o comportamento.
3)Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas.
Num argumento, o objectivo é justificar a conclusão recorrendo às premissas. Quando um argumento é válido , as premissas justificam a conclusão porque é impossível, ou improvável, que as premissas sejam verdadeiras e a consulesa falsa.
Exemplo:

Se a vida faz sentido, Deus existe.
A vida faz sentido.
Logo, Deus existe.

Anónimo disse...

Pedro Martins 11ºC nº16

Márcia Almeida disse...

1)Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm deveres nem direitos.


2) Eu considero que nem todos os textos são argumentativos. Há diversos tipos de textos e nem todos têm o “objectivo” de defender a posição em relação a determinado assunto. Um texto argumentativo, é aquele que consiste num conjunto de premissas que defendem uma conclusão. Mas, há textos que se centram apenas num tema, onde não defendem nenhuma posição.

3) Argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos. A arte de argumentar é fundamental para interpretarmos o mundo onde vivemos. Todos nós queremos respostas à medida que nos vão surgindo questões. Mas as respostas não caiem do céu, temos de ser nós a descobri-las. E descobrimos como? Com argumentos. Por isto, argumentar é fundamental. E para argumentar é fundamental raciocinar. Um raciocínio ou argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na ou nas outras, as premissas.
Exemplo:
O aborto devia ser proibido porque é um assassino.
(Forma canónica): O aborto é um assassino.
Logo, o aborto devia ser proibido.

Márcia Almeida 11ºC nº12

carina coelho disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos.

2. No meu ponto de vista não. Um argumento tem como definição um conjunto de proposições em que o objecivo é justificar uma delas, a que se chama conclusão, com base nas outras, as premissas. A argumentação é como a gramática, estamos sempre a usufruir dela e não damos conta. Mas aesar disto, nem todos os textos são argumentativos, um texto narrativo, por exemplo; nem todos os textos têm como objetivo a justificação, a discussão das ideias nele contido. Acho, por isto, que nem todos são argumentativos.

3.Um argumento tem como definição um conjunto de proposições em que o objecivo é justificar uma delas, a que se chama conclusão, com base nas outras, as premissas.
Para lém disto um argumento pode ser v´´alido ou inválido, dedutivo ou não dedutivo.

---Exemplos: -"Alguns gregos são lógicos e alguns lógicos são chatos, por isso, alguns gregos são chatos."

-"Ou estamos todos condenados ou todos nós somos salvos, não somos todos salvos por isso estamos todos condenados."

Paula Lopes Nº15 11ºC disse...

1.Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos.

2. Na minha opiniao nao nem todos os textos sao argumentativos. O argumento é um conjunto de proposicoes em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusao, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas. Assim, num argumento, o objectivo é justificar a conclusao recorrendo às premissas.
Perante isto, há texto que nao têm como objectivo argumentar e justificar a conlusão recorrendo a premissas, tal como os texto de caracter pessoal ou informativo que apenas expressao da sua vida ou das suas opinioes, e nao numa questao em aberto com objectivo de tentar justifivar a sua conclusao recorrendo às premissas.

3. Um argumento é um conjunto de proposiçoes em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusao, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas.
Este pode ser dedutivo qquando é impossivel ter premissas verdadeiras e conclusao falsa ou nao dedutivo quanmdo ´improvavel, mas possivel, ter premissas verdadeiras e conclusao falsa. Para além disto , o argumento pode ser valido ou invalido.

Exemplos:
Se o Asdr´rbal estivesse na paria, teria levado a tolha
Mas ele nao levou a toalha.
Logo, nao esta na praia. (exemplo de um argumento dedutivo)

Todos os homens são mortais
Obama é homem
Logo, Obama é mortal. (exemplo de um argumento valido)

Miguel Tomás Nº8 11ºC disse...

1.‘’Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais,
Logo, podemos concluir que não têm direitos.”

2.É claro que nem todos os textos são argumentativos… Um Texto argumentativo tem como objetivo persuadir alguém das nossas ideias, Deve ser claro e ter riqueza lexical, podendo tratar qualquer tema ou assunto, em termos de conteúdo deve referir a opinião da pessoa que o escreve, com argumentos convincentes e verdadeiros, e com exemplos claros. Deve também conter contra-argumentos, de forma a não permitir a meio da leitura que o leitor os faça.

Dada esta descrição, podemos concluir que nem todos os textos são argumentativos, por exemplo, textos de carácter informativo, em que é exposto uma noticia ou acontecimento e que são apenas relatados factos, não tem nenhuma parecença com um texto argumentativo.

3.Um argumento é um conjunto de afirmações encadeadas de tal forma que se pretende que uma delas, a que chamamos a conclusão, seja apoiada pela outra ou outras, a que chamamos a premissa ou premissas.

''Quem Ladra, é cão
Os gatos ladram
Logo, os gatos são cães''

''Quando o livro está aberto, não está fechado.
O livro está aberto
Logo, não está fechado''

Bruno Francisco Lima Nº5 11ºC disse...

1) Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos nem deveres.

2) Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia. é a partir de argumentos que tentamos fazer com que o nosso interlocutor a aceite sem nenhuma hesitação. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3)Na lógica, um argumento é um conjunto de uma ou mais proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como conclusão.

Um argumento dedutivo afirma que a verdade de uma conclusão é uma consequência lógica das premissas que a antecedem.

Um argumento indutivo afirma que a verdade da conclusão é apenas apoiada pelas premissas.

Toda premissa, assim como toda conclusão, pode ser apenas verdadeira ou falsa; nunca pode ser ambígua.

Em função disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas.

Anónimo disse...

Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.
Sim, todo texto é argumentativo porque todos são de certa maneira persuasivos, não pretendem só comunicar o que sabem mas também fazer crer.
"Um argumento é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas, também conhecidas como proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como conclusão".

André Martins nº4 11ºC

Anónimo disse...

1) Os animais não têm nem direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm nem direitos nem deveres.


2) Um texto argumentativo apresenta uma ideia principal, a conclusão, e de seguida ideias que defendem esta ideia principal, as premissas. Na minha opinião nem todos os textos são argumentativos. Há diversos tipos de textos e nem todos defendem uma posição, argumentando a seu favor, há textos que se centram apenas num tema e apenas falam acerca dele, tal como á textos de caráter autobiográfico.

3) Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, tendo por base as outras, as premissas. Ou seja, argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos.

Todos os animais que miam são gatos.
O Alfredo mia.
Logo, o Alfredo é gato.

A vida faz sentido se Deus existir.
Avida faz sentido.
Logo, Deus existe.

Ricardo Silva Nº17 11ºC.

José Alexandre Teixeira 11ºC nº10 disse...

1) Os animais não têm deveres, por isso não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2) Nem todos os textos são argumentativos. Para um texto ser considerado argumentativo tem que ter um conjunto de ideias que persuadam uma pessoa. Há textos como notícias, que apenas se destinam a relatar factos.

3) Um argumento é um conjunto de proposições que se interligam entre si de forma lógica. Um argumento apenas tem uma conclusão, contudo pode apresentar mais do que uma premissa.

Todos os homens são mortais.
Platão é homem.
Logo, Platão é um ser mortal.

Este argumento é valido porque ambas as premissas são verdadeiras e a conclusão é falsa.

Nuno nº14 11ºC disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2. Um texto argumentativo tem como objetivo defender uma determinada ideia ou refutar uma opinião diferente. Nele, são apresentados argumentos que se destinam a apoiar ou a refutar uma determinada tese. Ora, nem todos os textos são argumentativos porque nem todos apresentam esta estrutura, daí que se conclui que nem todos os textos são argumentativos. Por exemplo, existem textos narrativos, descritivos, entre outros...

3. Um argumento é um conjunto de ideias no qual se pretende sustentar uma delas, a conclusão, recorrendo a outra ou a outras, as premissas. Quando este é valido, as premissas defendem a conclusão, de forma a que seja impossível, ou improvável, que as premissas sejam falsas e a conclusão falsa. Pode também ser sólido, quando as suas premissas são verdadeiras. No entanto, este pode não ser um bom argumento, quando por exemplo, a conclusão não acrescenta nenhuma ideia às premissas. Para que um argumento seja bom ou cogente é necessário que este, é necessário que para além da conclusão acrescentar alguma ideia às premissas, que as premissas sejam mais plausíveis / menos discutíveis que a conclusão.
Exemplo de argumentos:

Todas as aves voam.
Os pinguins são aves.
Logo, os pinguins voam.

Os esquadros têm três lados.
Logo, os esquadros são triangulares.

Se formos mortais, a vida não faz sentido.
Somos mortais, logo a vida não faz sentido.

Luís Ramos disse...

1) dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo,não têm direitos.

2) na minha opinião nem todos os textos são argumentativos pois os textos argumentativos são aqueles que têm por objectivo influenciar, convencer, o destinatário, pretendendo moldar-lhe o comportamento.

3) Um argumento é um conjunto de afirmações encadeadas de tal forma que se pretende que uma delas, a que chamamos a conclusão, seja apoiada pela ou pelas permissas.


Todos os animais que miam são gatos.
A rita mia.
Logo, a rita é gato.

Anónimo disse...

1).
Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.

2).
Na minha opinião nem todos os textos são argumentativos. Um texto argumentativo apresenta uma ideia/posição, apoiada pelas premissas e a conclusão (que é defendida/suportada pelas premissas). Existem diversos tipos de textos e nem todos defendem uma posição, argumentando a seu favor, pois existem textos que se centram apenas num tema e só falam acerca dele (exemplos: textos autobiográfico, textos informativos, etc.).

3).
Argumentar é dar razões a favor do que pensamos e fundamentar as mesmas. O poder de argumentar é essencial para interpretarmos o mundo que habitamos, pois todos nós procuramos respostas à medida que nos surgem questões. Mas para obtermos respostas temos de raciocinar de forma a construir bons argumentos para podermos argumentar a favor das nossas ideias/opiniões.

Exemplos:
a)Se Deus não existir, a vida não faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

b)Se o Joaquim é português então não é chinês.
O Joaquim é português.
Logo, não é chinês.


Sara Fernandes n.º 20 11.º C

Anónimo disse...

1-Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.
2- Não, pois um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas,a conclusão, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas. Nem sempre os textos são argumentativos, pois existem vários tipos de textos como por exemplo os textos informativos tem como objectivo informar e não apelar ou fazer acreditar numa determinada teoria.
3-Um argumento é um conjunto de afirmações encadeadas de tal forma que se pretende que uma delas, a conclusão, seja apoiada pela outra ou outras, premissa ou premissas. Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter uma ou mais premissas. A diferença mais importante entre um argumento e um raciocínio é que num argumento pretendemos persuadir alguém que a conclusão é verdadeira. Alguns exemplos: Ou estamos todos condenados ou todos nós somos salvos, não somos todos salvos por isso estamos todos condenados. Argumento válido,pois as premissas referem se a conclusão.
Alguns gregos são lógicos e alguns lógicos são chatos, por isso, alguns gregos são chatos. Este argumento é inválido porque todos os chatos lógicos poderiam não ser romanos.

Lígia Castro nº15 11ºA

Anónimo disse...

1)Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos.


2)Não, nem todos os textos são argumentativos.
Um texto argumentativo tem como objectivo persuadir alguém das nossas ideias, usando, para isso, argumentos que façam com que o leitor acredite na nossa tese.
Nem todos os textos têm esse objectivo. Existem textos que não têm como base a discussão de um assunto, como, por exemplo, os textos informativos, narrativos ou descritivos.


3)Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou outras, as premissas. Pode ter um número qualquer de premissas (pelo menos uma), mas uma só conclusão.

Exemplos:
Se Deus existe, a vida faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

Se o Paulo estivesse na escola, teria levado a mochila.
Não levou a mochila.
Logo, não está na escola.

O tapete do João é quadrado.
Logo, tem quatro lados.



Beatriz Martinho, nº 1, 11º A

Ana Rita nº3 11ºC disse...

1- Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que os touros não têm direitos.

2- Um texto argumentativo é um texto no qual se pretende defender ou objetar uma tese. Ora, nem todos os textos têm o objetivo de convencer os outros a aceitar a nossa perspectiva. Há, por exemplo, textos informativos, os quais relatam factos, como a notícia e a reportagem, ou simplesmente textos descritivos.

3- Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende defender uma delas, a conclusão, através de outra ou outras, chamadas premissas. Um argumento pode ter várias premissas, mas apenas uma conclusão.

Exemplos:
O xadrez é um jogo de tabuleiro e um padrão.
Logo, o xadrez é um jogo de tabuleiro.

Se tivermos livre-arbítrio, nem todos os acontecimentos são causalmente determinados.
Temos livre-arbítrio.
Logo, nem todos os acontecimentos são causalmente determinados.

Anónimo disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2. Não, nem todos os textos são argumentativos. Num texto argumentativo o autor formula uma discussão tentando persuadir uma pessoa a aceitar o seu ponto de vista, apresentando a sua posição em teses defendendo a sua ideia e refutando a que se lhe opõe.
Assim, existem outros tipos de textos de carácter narrativo em que se conta uma história e textos de carácter informativo em que não existe uma opinião formada.

3. Um argumento (ou raciocínio) é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas. Assim, argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos. Um argumento é válido ou inválido podendo só ter uma conclusão e pelo menos uma premissa para que seja válido.

Exemplos:
O aborto é um assassínio.
Logo, o aborto devia ser proibido.

Nenhum grego é egípcio.
Platão era grego.
Logo, não era egípcio.

Nem tudo o que os artistas fazem é belo.
Tudo o que os artistas fazem é arte.
Logo, nem toda a arte é bela.


Mariana Tavares nº17 11ºA

Margarida Silva, nº3, 11ºA disse...

1. Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2. Nem todos os textos são argumentativos. Tomemos como exemplo textos que têm como objectivos primordiais narrar, relatar, expor ou até descrever. Neste género de textos, não estão implícitas premissas que tenham como objetivo apoiar e fundamentar uma conclusão. Por exemplo, num texto narrativo assistimos somente à descrição e desenvolvimento de uma ação central, o que não acontece num texto argumentativo, cujo objetivo é a sustentação, refutação ou negociação de tomadas de posição perante um determinado assunto, fazendo para isso uma análise minuciosa dos argumentos e adaptando-os à tomada de posição que queremos adotar.

3.Um argumento é um conjunto de proposições, com o qual se pretende defender uma opinião sobre determinado assunto, e em que, com base nas premissas, se pretende justificar a conclusão.
Apresento seguidamente alguns exemplos de argumentos:

a)A Maria gosta de pipocas e de gelados.
Logo, a Maria gosta de pipocas.

b)Há vacas de cor castanha e de cor branca.
Logo, há vacas de cor branca.

c)Nenhum grego é egípcio.
Platão era grego.
Logo, não era egípcio.

Anónimo disse...

1.Como os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os Touros são animais.
Logo, os Touros não têm direitos.

2.Nem todos os textos são argumentativos.Quando uma pessoa relata um acontecimento, não está a defender as suas ideias, mas apenas a contá-las, sem qualquer intenção de levar uma pessoa a aceitar as suas crenças. Mas por outro lado, há textos argumentativos que não conseguem expressar aquilo que pensam, porque para isso é necessário haver uma ocorrência interna do raciocínio em que das suas premissas é legítimo extrair uma conclusão.

3.Um argumento é a expressão verbal do raciocínio, que tanto pode ser válido como inválido. Mas que não implica a sua verdade e vice-versa. A sua validade avalia-se pela sua forma (encadeamento das proposições independentemente do conteúdo que exprimem) e a sua verdade avalia-se pelo conteúdo (significado das proposições que constituem o raciocínio)
Exemplos: Todos os cientistas se dedicam arduamente ao trabalho.
Einstein dedicou-se arduamente ao trabalho.
Logo, Einstein foi um cientista.

Todos os esquiadores são loiros.
Todos os estudantes são esquiadores.
Logo, todos os estudantes são loiros.
Apesar destes argumentos por vezes não serem verdade são válidos.

Roberta Gomes, nº18 11ºC

Anónimo disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo,os touros não têm direitos.

2.Não, há textos que não são argumentativos. Num texto argumentativo a autor apresenta um problema, os argumentos a favor, os contras, e refuta os contras. Dando também a sua opinião. Num texto deste tipo o autor tenta convencer os outros que a sua opinião é a mais correta. Há, por exemplo, outros textos que a sua única função é informar(os textos dos jornais) não tendo qualquer outra intenção.

3. Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar uma conclusão, através de premissas.

Raquel Martins Nº18 11ºA

Anónimo disse...

1)Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos.

2)Não, um texto pode parecer argumentativo, mas ter uma intenção de persuasão por parte do comunicador. Assim podemos concluir que de facto, nem todos os textos são argumentativos.

3)Um argumento é um conjunto de uma ou mais premissas acompanhadas de uma outra frase declarativa denominada por conclusão.Esta é uma consequência lógica das premissas que a antecedem.
Tanto as premissas como a conclusão só podem assumir valor de verdade ou falsidade. E num argumento de premissas verdadeiras, a conclusão têm que ser obrigatoriamente verdadeira também.

Exemplos: Estudar é útil para o futuro,
Temos que estudar Filosofia.
Logo, Filosofia é útil.

Dormir é bom para a saúde,
saúde é algo importante.
Logo, temos que dormir.

Daniel Azevedo nº7 11ºA

Anónimo disse...

1- Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2- Não, nem todos são argumentativos, porque nem em todos os textos temos de convencer quem está a ler, justificar e/ou refutar opiniões (por exemplo os textos narrativos, descritivos, etc).

3- Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas.
Por exemplo: o aborto não é permissível porque a vida é sagrada.

Mariana Nogueira, 11ºA

Anónimo disse...

1) Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo , não têm direitos.

2)Não, nem todos os textos são argumentativos, pois estes têm como objetivo persuadir alguém das nossas ideias. Ou seja, levar as outras pessoas a acreditar nas nossas ideias, atraves de argumentos, mas por exemplo, um texto descritivo tem como objetivo a apresentação de caracteristicas/atributos de pessoas, animais, objetos, espaços, ... e nao persuadir alguem das nossas ideias. Pelo que podemos concluir que nem todos os textos são argumentativos.

3)"Um argumento é um conjunto de afirmações de tal forma organizadas que se pretende que uma delas, a que se chama “conclusão”, seja apoiada pelas outras, a que se chamam “premissas”.

Exemplos:
Todos os homens são mortais.
O João é homem.
Logo, é mortal.

Se a Maria estudar, passa de ano.
A Maria não estuda.
Logo, não passa de ano.

Daniela Coutinho nº8/11ºA

Anónimo disse...

1. Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2.Não, nem todos os textos são argumentativos. É verdade que textos onde se pretende persuadir terceiros com recurso a argumentos hoje existem em abundância e das mais variadas formas, contudo não são os únicos textos que existem. Por exemplo, um romance não é um texto argumentativo, nele não se pretende induzir uma certa opinião a outros, pretende-se simplesmente narrar uma história amorosa entre duas personagens. Outro exemplo, pode ser o caso do texto descritivo, este apresenta carcterísticas ou atributos de pessoas (como traços físicos e/ou psicológicos), animais, espaços, entre outros, sem precisar de argumentos, limita-se meramente a descrever o que vê e pode ser visto por qualquer um.

3. Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou outras, as quais se chamam premissas.
Por exemplo:

Se a Catarina estivesse na escola, teria levado livros.
A Catarina não levou livros.
Logo, não está na escola.

Os bebés não têm deveres.
Se só tivesse direitos quem tem deveres, os bebés não teriam direitos.
Mas, os bebés têm direitos.
Logo, é falso que só tem direitos quem tem deveres.

Tudo o que o Asdrúbal afirma é verdade.
O Asdrúbal afirma que a neve é branca.
Logo, a neve é branca.

Andreia Silva 11ºA nº5

Tatiana disse...

1) Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
LOGO, os touros não têm direitos.

2) Não. Nem todos os textos são argumentativos, visto que para serem argumentativos os textos tem de defender uma tese/ ideia, bem explicita. O autor de um texto argumentativo deve sempre tomar uma dada posição, favorável ou não, em relação a um dado problema, e essa posição/ opinião deve estar bem patente no desenrolar do texto. Por isso nem todos os textos são argumentativos, pois nem todos tem têm como base e objectivo defender uma dada ideia, a textos, tais como os textos informativos,cujo principal objectivo é informar os outros.

3) Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende defender ou justificar uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas. Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter uma(obrigatoriamente) ou mais premissas.
Exemplos de alguns argumentos são:

Todos os animais ladram.
Os gatos são animais.
logo, os gatos ladram.

A girafa alimenta-se de carne.
Os animais que se alimentam de carne são mamíferos.
Logo, a girafa é um mamífero.

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

Tatiana Raquel Pereira Gomes nº22 11º C

Anónimo disse...

1) "Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos."

3)Um argumento é um conjunto de proposições, que têm uma certa relação entre si e é necessário que uma delas seja apresentado como uma tese, ou uma conclusão, e as demais como justificação da tese, ou premissas para a conclusão. Normalmente argumentos são utilizados para provar/justificar ou discordar algo que seja verdadeiro ou falso.

Fábio Silva nº9 11ºA

Anónimo disse...

1) "Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos."

3)“Um argumento é um conjunto de proposições que utilizamos para justificar (provar, dar razão, suportar) algo. A proposição que queremos justificar tem o nome de conclusão; as proposições que pretendem apoiar a conclusão ou a justificam têm o nome de premissas.”

Por exemplo : "A vida faz sentido.
A morte faz parte da vida.
Logo, a morte faz sentido"



Ivo Farreca, 11ºA

Anónimo disse...

1)"Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos.”

3)Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas.
Num argumento, objectivo é justificar a conclusão recorrendo às premissas. Quando um argumento é válido, as premissas justificam a conclusão porque é impossível, ou improvável, que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa.

Se o João estivesse no teatro, teria levado máquina fotográfica.
Mas ele não levou a máquina fotográfica.
Logo, não está no teatro.

Tiago Melo 11ºA

Anónimo disse...

1)Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2)Nem todos os textos são argumentativos. Existem textos argumentativos, informativos, expositivos, entre outros.
Um texto argumentativo inicia-se por uma introdução, onde o autor apresenta uma tese inicial (formulada de forma clara e objectiva), onde no desenvolvimento vai apoiar, ou não, apresentando argumentos. Na conclusão o autor retoma a tese que se procurou provar com exposição dos argumentos.

3)Um argumento é formado por um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, que se chamam premissas.
Temos como argumentos os seguintes exemplos:

Se Deus não existe, a vida não faz sentido.
Mas a vida faz sentido.
Logo, Deus existe.

Nenhum grego é egípcio.
Platão era grego.
Logo, não era egípcio.

Nem tudo o que os artistas fazem é belo.
Tudo o que os artistas fazem é arte.
Logo, nem toda a arte é bela.


Joana Vasconcelos 11ºA Nº13

Carla Duarte disse...

1) Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos nem deveres.

2) Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia. é a partir de argumentos que tentamos fazer com que o nosso interlocutor a aceite sem nenhuma hesitação. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3)Na lógica, um argumento é um conjunto de uma ou mais proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como conclusão.

Um argumento dedutivo afirma que a verdade de uma conclusão é uma consequência lógica das premissas que a antecedem.

Um argumento indutivo afirma que a verdade da conclusão é apenas apoiada pelas premissas.

Toda premissa, assim como toda conclusão, pode ser apenas verdadeira ou falsa; nunca pode ser ambígua.

Em função disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas.

Fabio Santos 11ºA disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2. Nem todos os textos sao argumentativos pois num texto argumentativo o autor formula uma discussão tentando fazer com que a outra pessoa aceite o seu ponto de vista, defendendo as suas ideias e refutando as que se contrariam.

3. Um argumento é um conjunto de proposiçoes em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusao, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas.


Nenhum argentino é portugues.
Messi é argentino.
Logo, não é portugues.

Anónimo disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos.

2-Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia. é a partir de argumentos que tentamos fazer com que o nosso interlocutor a aceite sem nenhuma hesitação. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3- 3) Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, tendo por base as outras, as premissas. Ou seja, argumentar é justificar, fundamentar ou dar razões a favor do que pensamos.

Exemplos:
a)Se Deus não existir, a vida não faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

ana cruz 10ºc nº2

Roxanne, 11ºC, nº19 disse...

1- "Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, podemos concluir que não têm direitos. "

2.Não, pois um texto argumentativo é um texto do qual se pretende marcar a nossa posição relativamente a um determinado assunto, argumentando. Isto é, através de um conjunto de afirmações de tal maneira organizadas para que se possa chegar a uma conclusão e perceber o quis dizer, o que defendo e o porque. Há muitos outros textos que não são argumentativos, pois apenas querem dar a transmitir uma determinado informação sobre algum acontecimento, ou apenas a contar algo (histórias), etc. Mas que para isso nao te de argumentar, apenas descrever o acontecimento. Logo, nem todos os textos são argumentativos.

3.Um argumento é um conjunto de proposições que utilizamos para justificar algo, para defender algo que pensamos, suportando isso em premissas, das quais se pode depois retirar uma conclusão. Um exemplo muito simples é :
Todos os homens são mortais
Sócrates é homem
Logo, Sócrates é mortal.

Anónimo disse...

1- Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos nem deveres.

2-Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia. é a partir de argumentos que tentamos fazer com que o nosso interlocutor a aceite sem nenhuma hesitação. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3- Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende defender ou justificar uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas. Um argumento só pode ter uma conclusão, mas pode ter uma(obrigatoriamente) ou mais premissas.
Exemplos de alguns argumentos são:
Se Deus existe, a vida faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

ana cruz nº2 10ºc

Anónimo disse...

1. Dado que os animais não têm deveres, não têm direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.

2. Não, nem todos os textos são argumentativos. O texto argumentativo tem como objectivo defender uma determinada ideia ou refutar uma opinião alheia. Nem todos os textos têm este objectivo, há então outros tipos de texto que têm como objectivo, por exemplo, informar, expor, narrar.

3. Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, denominadas premissas.

Exemplos:

Se o João fosse à pastelaria, teria comido um bolo.
Não comeu o bolo.
Logo, não foi à pastelaria.

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

Nenhum grego é egípcio.
Platão era grego.
Logo, não era egípcio.

Ana Antunes nº4 11ºA

Carolina Silva 11º C nº9 disse...

1- Os animais não têm direitos nem deveres.
Os touros são animais.
Logo, não têm direitos nem deveres.

2-Um texto argumentativo é um texto onde defendemos uma ideia. Assim vemos que há textos que não são argumentativos, ou porque não tem argumentos suficientes ou não partem a partir de uma tese.

3- Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende defender ou justificar uma delas, a conclusão, com base na outra ou nas outras, a que se chamam as premissas.

Ana Luísa11ºA disse...

1.O argumento apresentado ,na forma canónica fica:
Os animais não têm deveres nem direitos.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.
2.Não, nem todos os textos são argumentativos, já que nem sempre há um intuito de fazer os outros acreditarem no mesmo que nós. Existem muitos tipos de texto diferentes, por exemplo textos informativos como a notícia apenas apresentam factos,o texto narrativo apenas conta histórias, o texto descritivo...
3.Um argumento é um racíocinio destinado a aprovar ou refutar uma determinada tese.É constituido por proposições, uma permissa que pretende justificara respetiva conclusão. Existem argumentos válidos ou inválidos, sólidos ou não sólidos e bons ou maus.
Exemplos:
Todos os homens são mortais
Sócrates é homem
Logo, Sócrates é mortal

A neve é branca ou azul.
Logo a neve é branca

Platão e A ristóteles são gregos.
Logo, Platão é grego.

Júlia, nº14, 11ºA disse...

1. A forma canónica do argumento dado é a seguinte:
Se um ser não tem deveres, então não tem direitos.
Os animais não têm deveres.
Os touros são animais.
Logo, os touros não têm direitos.
2. Um texto é argumentativo quando tem o objetivo de defender uma tese apresentada inicialmente que será defendida no corpo do texto com argumentos e contra-argumentos e comprovada na conclusão, onde é retomada.
Muitos textos têm outros objetivos, como o de informar ou de descrever e, portanto, não têm valor argumentativo, concluindo-se que há muitos textos não argumentativos.
3. Um argumento é um conjunto de proposições que se relacionam entre si de modo a defender uma delas baseando na (s) outra (s), podendo ter várias premissa mas uma única conclusão. São utilizados para justificar ideias e podem ter diversas características como a validade/invalidade, solidez e cogência.
Exemplo de argumento válido:
O Pedro está na praia.
Logo o Pedro está na praia.
Exemplo de argumento inválido:
Se a Joana está doente, então o Sol é verde.
O sol é verde.
Logo a Joana está doente.
Um argumento é dedutivamente válido se a verdade das premissas torna impossível a falsidade da conclusão. No 1º argumento há a afirmação da premissa, pelo que qualquer argumento com essa forma é válido. O 2º tem a forma “Se P, Q.; Q.; Logo P”. Argumentos com essa forma são inválidos.