sábado, 9 de outubro de 2010

FALÁCIAS

Na próxima aula vais estudar o que é uma falácia. Uma falácia é um argumento inválido que parece válido, ou um argumento que parece ter premissas verdadeiras e não tem, ou um argumento mau que parece bom.
Neste momento não tens conhecimentos técnicos que te permitem avaliar argumentos. Vais aprender essa técnica para o próximo ano quando aprenderes Lógica. Contudo, para avaliares os argumentos, podes, desde já,  usar aquilo que todos os aprendizes de filósofo têm: o poder da imaginação.
Vou-te apresentar um argumento, que é uma falácia, isto é, um mau argumento e tu vais descobrir porquê.
Nunca deves jogar. Uma vez que comeces a jogar verás que é difícil deixar o jogo. Em breve estarás a deixar todo o teu dinheiro no jogo e, inclusivamente, pode acontecer que te vires para o crime para suportar as tuas despesas e pagar as dívidas.
Deixa a tua resposta na caixa dos comentários.

31 comentários:

Roxanne, 10ºC, nº19 disse...

Ai oh stor, não vejo o que possa estar mal (eh eh). Só se for a maneira de falar. Esta directamente a dizer as piores coisas que acontecerão se jogar.Por exemplo, poderia começar a dizer 'não jogues, pois, ao principio será apenas jogar, mas tornar-se-á um vicio. Um vicio que será difícil de suportar. Porque começarás a gastar dinheiro. Dinheiro esse que precisas para pagar tudo, casa, carro, comida, etc etc. o jogo irá levar-te a falência, pois deixaras de ter dinheiro, tanto para o jogo como para a tua vida, e mesmo assim quererás continuar a jogar mesmo estando na miséria. Por isso, o melhor é não começares a jogar, pois será difícil parar e terar-te-á problemas.'
ai oh stor, tenho a sensação que não disse anda certo, (eh eh) mas pelo menos tentei.

Inês Mouta 10ºD nº11 disse...

Este é um argumento é uma falácia porque por exemplo a meu ver não se deve proibir ninguém de experimentar.
Por outro lado mesmo por jogar não quer dizer que fique imediatamente, ou sequer viciado e que perca todos mos seus bens!
Não há 2 pessoas iguais, por haver mais tendência a se ficar viciado não significa que todos fiquem!

Hermes disse...

Não percebeste o argumento. Ele tem uma conclusão - a última ideia; e premissas. As premissas sustêm (justificam) a conclusão? Vê bem Roxanne.

Tiago Tojal disse...

este argumento é uma falácia porque quem diz isto ode estar a induzir em erro a pessoa para quem está a falar...porque essa pessoa ode vir a pensar "vamos lá ver se o que ele(a) diz será verdade" e começar a jogar só para provar a quem o disse que era tudo uma grande treta.

Tiago Tojal Nº23 10ºC

Daniela disse...

È uma falácia, pois nem todas as pessoas que jogam ficam com o vício, podem apenas gostar de jogar e usam o jogo como um "hobbie", uma maneira de se divertirem. Estes podem, inclusivamente, gostar muito de jogar, mas conseguem controlar-se e ver quando já jogaram o suficiente.

Acho que é isto.
Daniela Coutinho nº8/10ºA

Mariana Tavares disse...

Pelo que percebi de uma fálacia, estamos perante um argumento falso porque não retrata o o obrigatório, mas sim o mais usual. Há pessoas que se viciam nos jogos, que fazem deles a sua vida e que podem perder tudo o que tem por jogar, porém, há uma boa percentagem de pessoas que jogam mas que não se viciam, muito menos que percam todo o seu dinheiro. O jogo não é precisamente um vicio, é um vicio para aqueles que fazem dele uma maneira de se refugiarem e assim ignorando a importancia dos seus bens, perdendo-os.
Portanto, para mim, o texto trata-se de um falácia porque argumenta um facto que parece ser obrigatório e que acontece sempre, mas na realidade não se aplica a toda a gente.

Penso estar certa.
Mariana Tavares nº17, 10ºA

Cristiana disse...

O exemplo dado, à primeira vista, parece verdadeiro. Parece-me mesmo uma chamada de atenção àqueles que poderão vir a jogar, o que é bom. Contudo é um argumento completamente errado, uma vez que nem todas as pessoas têm dificuldade em se controlarem, ao ponto de gastarem muito dinheiro, e muito menos realizar um crime com vista a suportar as dívidas do jogo. É certo que isto existe, mas na sua grande maioria o jogo é simplesmente uma abstracção no tempo. Temos de ter noção da realidade, mas isso não nos impede que deixemos de jogar, como refere o texto, ou mesmo que impeçamos a experiência de jogar a qualquer pessoa. Este argumento seria válido, mas isso no caso de estarmos a falar para uma pessoa já dependente do jogo. Por tudo isto concluo que este argumento se encaixa com o conceito de “fálacia”.
Cristiana 10ºA

José Alexandre nº11 10ºC disse...

Neste texto, pelo que me apercebi, existem pelo menos três maus argumentos. "Uma vez que comeces a jogar verás que é difícil deixar o jogo". Este argumento está incorrecto, pois normalmente quando se começa a jogar, nem sempre uma pessoa fica tão dependente; porque o vício pelo jogo não pode ser totalmente adquirido logo quando se começa. Depois, existe também outro mau argumento, quando o texto nos diz que iremos deixar todo o nosso dinheiro no jogo. Ora, isso não é totalmente correcto. Uma pessoa com moderação nas suas acções, jamais iria perder todo o seu dinheiro no jogo, portanto em caso geral, isso não acontece. E depois, o argumento que nos diz "pode acontecer que te vires para o crime para suportar as tuas despesas e pagar as dívidas." não é correcto. Pois virar-se para o crime é uma maneira de tentar fazer dinheiro, contudo, não é um argumento que se possa aplicar à maioria das pessoas.

-José Alexandre Teixeira nº11 10ºC

Anónimo disse...

O texto que nos é apresentado, é considerado como uma falácia pois o Jogo, não é a mesma coisa para todos, para começar há diferentes tipos de jogos, mas se formos na perspectiva do texto, no tipo de jogo de gastar dinheiro, podemos contra-argumentar que nem todas as pessoas se viciam facilmente, algumas nem sequer têm a paixão de gastar dinheiro, por ser inútil, pois essas pessoas conseguem ter um raciocínio acertado.
E, fazendo de conta, mesmo que as pessoas se viciem no Jogo, a opção de se virarem para o Crime, é algo demasiado exagerado, sim, poderá ser uma opção, sem dúvida, mas é algo que a maioria das pessoas tenta evitar, pois estar contra a Lei é algo errado que mais cedo ou mais tarde correrá da pior maneira.
É por isso que o texto apresentado é uma falácia, pois ao lermos ficamos com a ideia de que nunca na vida devemos jogar pois iremos-nos tornar criminosos, mas se analisarmos o texto com atenção chegamos à conclusão que é mentira.

Alexandr Ostrovschii nº1 10ºA

Anónimo disse...

Este argumento é uma falácia porque nem todas as pessoas se viciam no jogo. Aliás, a maioria não é viciada, apenas joga pelo divertimento, pelo prazer, pelo convívio..
Porém, outras pessoas, uma minoria, jogam apenas com o intuito de ganha. Quando perdem, jogam para tentar reaver aquilo que perderam no jogo, e quando ganham, jogam para tentar ganhar mais, e mais. Mas nem sempre têm sorte, e caiem neste ciclo vicioso do jogo. O que as leva muitas vezes a perder todo o seu dinheiro, as suas casas, os seus carros.. E nalguns casos, as suas famílias. Porque não conseguem parar de jogar. E por vezes tornam-se criminosos, para sustentar o seu vicio do jogo.
Mas como apenas uma pequena parte das pessoas é viciada, este argumento não se pode generalizar, visto que não se aplica ao resto das pessoas, que apenas jogam por mero divertimento. :)

Sara Fernandes n.º20 10.ºC

Isabel disse...

Mariana (10ºA), os argumentos não são verdadeiros nem são falsos, são válidos ou inválidos. Tens razão em assim pensar, pois ainda não te ensinei a distinguir a Verdade da Validade. Iremos aprender isso nesta semana.
Tua prof.
Isabel

Ricardo Silva Nº18 10ºC disse...

Eu acho que este argumento é uma falácia pois tem tres coisas mal: a primeira é que não e por experimentar que se fica logo viciado no jogo, a segunda é que nem todo o jogo envolve dinheiro e a terceira é porque roubar é uma maneira "fácil" de ganhar dinheiro, tambem se ganha dinheiro a trabalhar!

Sara Oliveira, 10ºC,nº21 disse...

Este argumento é uma Falácia, pois parece ser válido mas é inválido.
Este argumento não se aplica a todas as pessoas. Umas podem ficar viciadas, outras podem nem se interessar pelo jogo.
Depende das pessoas e dos seus gostos.

Carlos Miguel Nº7 10ºC disse...

Talvez este argumento seja um mau argumentos porque se está a partir do pressuposto que a pessoa a quem se dirige erá ficar viciada no jogo se exprimentar.
O que também pode acontecer é esta pessoa nao ficar convencida e exprimentar na mesma jogar, achar que não ficará viciada e nao acreditar nos argumentos apresentados...

(digo eu)
É como o professor diz: ''Neste momento não tens conhecimentos técnicos que te permitem avaliar argumentos.''

inês, 10ºA disse...

Este argumento é uma falácia, porque está a tomar como certo um acontecimento que ainda não aconteceu- de certa forma, está a concluir algo que não se sabe se virá a ser real, logo, não pode ser considerado válido. Não é certo que uma pessoa que jogue fique viciada, e como tal, este argumento não pode ser aceite.

Luís Ramos disse...

Por um lado este argumento é uma falácia, porque ele está a dizer que não devemos jogar, mas se jogarmos e tivermos sorte ao jogo podemos ganhar muito dinheiro com isso, mas por outro lado podemos perder tudo se tivermos assar ao jogo.
No meu ver este argumento não é uma falácia porque uma pessoa pode estar a jogar bem num dia, e pode ganhar muito dinheiro mas também pode estar a jogar muito mal e endividar-se até a "ponta dos cabelos".Para mim o argumento é verdadeiro, porque na minha opinião nunca devemos experimentar, porque ao experimentar-mos ficamos viciados e podemos perder tudo.

Anónimo disse...

Isto é um falácia porque nem todas as pessoas que jogam são propriamente viciadas, algumas pessoas vêem simplesmente o jogo como um hobbie, outra simplesmente experimentaram mas também há aquelas que são viciadas, logo este argumento é falso, porque as premissas não são verdadeiras.
Carolina Almeida nº9 10ºC

Tatiana disse...

Penso que este argumento é uma falácia, porque parece válido quando afinal de contas é inválido.
O argumento é inválido porque nem todas as pessoas que jogam ficam viciadas a ponto de gastar todo o seu dinheiro no jogo ou terem de ir roubar para suportar o vício. Nem todas as pessoas são iguais, nem todas começando a jogar ficam viciadas, a percentagem de pessoas que pode ficar viciada após jogar a primeira vez é uma gota num oceano, ou seja, é muito pequena.

Tatiana Raquel Pereira Nº22 10ºC

Anónimo disse...

Ai oh stor, não vejo o que possa estar mal (eh eh). Só se for a maneira de falar. Esta directamente a dizer as piores coisas que acontecerão se jogar.Por exemplo, poderia começar a dizer 'não jogues, pois, ao principio será apenas jogar, mas tornar-se-á um vicio. Um vicio que será difícil de suportar. Porque começarás a gastar dinheiro. Dinheiro esse que precisas para pagar tudo, casa, carro, comida, etc etc. o jogo irá levar-te a falência, pois deixaras de ter dinheiro, tanto para o jogo como para a tua vida, e mesmo assim quererás continuar a jogar mesmo estando na miséria. Por isso, o melhor é não começares a jogar, pois será difícil parar e terar-te-á problemas.'
ai oh stor, tenho a sensação que não disse anda certo, (eh eh) mas pelo menos tentei

Hermes disse...

Os alunos têm de se identificar.

Bruno Francisco Lima Nº4 10ºC disse...

Para mim este argumento não está totalmente correcto porque não exemplifica o tipo de jogo em causa. Mesmo que nos refira-mos a um jogo a dinheiro não devemos generalizar pois se uma pessoa experimentar o jogo não vai ficar logo viciada. Para alem disso, o modo como uma pessoa joga influencia bastante o resultado, pois se uma pessoa for ponderada a jogar não irá deixar chegar a situação ao ponto de ter de praticar crimes par ser capaz de se sustentar.
E é claro que não devemos proibir ninguém de experimentar o jogo.
Em resumo, eu penso que este argumento é uma falácia pois aparentemente é válido mas se o esmiuçarmos, verificamos que existem premissas que não são verdadeiras.

Paula, Nº15, 10ºC disse...

Este argumento é uma falácia, pois, é um erro de pensamento.
Uma vez, que nem todas as pessoas que jogam ficam viciadas ao ponto de chegarem a roubar para pagar as suas dividas, podem so jogar por divertimento, para passar o tempo.
Por fim, este argumento parece válido mas não é, pois apresenta premissas falsas. :b

marcia disse...

No meu entender estes argumentos encaixam-se no conceito ‘’ falácia’’, e isto porque, nem todas as pessoas que jogam são viciadas, não quer dizer que não se interessem pelo jogo, também é verdade que há pessoas que não se interessam, mas há outras que se interessam bastante, mas têm os seus limites bastante bem definidos e sabem até onde podem ir, ao contrário de outras que usam o jogo como um ‘’ganha-pão’’ e assim conseguem viciar-se ao ponte de se tornarem criminosos e terem de roubar pão… etc., etc.
Conclusão, é um mau argumento ou inválido, porque está no fundo a prever uma coisa que poderá ou não acontecer. Só seria um bom argumento ou válido se se estivesse a dirigir unicamente a pessoas dependentes do jogo.

Márcia Almeida Nº13

Nuno Martins nº14 10ºC disse...

Este argumento é uma falácia, pois suas premissas são falsas. Primeiro, não quer dizer que só por uma pessoa experimentar um jogo fique logo viciada nele, pois existem pessoas que jogam apenas por divertimento. Segundo, também não está explícito o tipo de jogo em questão, logo pode não ser um jogo a dinheiro. Mas mesmo que seja a dinheiro, não quer dizer que a pessoa que jogue deixe todo o seu dinheiro no jogo. Uma pessoa responsável não iria ao ponto de perder todo o seu dinheiro. Terceiro, apesar de roubar ser uma maneira para se tentar ganhar dinheiro para pagar as suas dívidas, poucas pessoas o fazem. Conclui-se então, que o argumento é uma falácia porque as suas premissas apresentam acontecimentos certos, mas que na verdade só se aplicam a um certo número de pessoas, tratando-se por isso de premissas falsas.

Hermes disse...

A falácia apresentada chama-se “falácia da derrapagem” ou “falácia da bola de neve”. Em que consiste: Para mostrar que uma proposição, P, é inaceitável, extraiem-se consequências inaceitáveis de P e consequências das consequências... O argumento é falacioso quando pelo menos um dos seus passos é falso ou duvidoso. Mas a falsidade de uma ou mais premissas é ocultada pelos vários passos "se... então..." que constituem o todo do argumento. Neste tipo de falácia vai-se de pequeno erro em pequeno erro até tirar uma consequência inaceitável. O argumento apresentado diz-nos em última instância que não se deve jogar porque se jogarmos podemos ter uma vida criminosa. A conclusão é inaceitável tendo em atenção a premissa apresentada.

Anónimo disse...

Penso que o argumento poderá ser uma falácia, porque as premissas não funcionam como os alicerces deste mesmo argumento, ou seja, estas não o justificam integralmente. Isto porque, na conclusão, são acrescentados novos "dados" relevantes para a análise final do argumento, para a ideia que ele pretende defender.
Margarida, nº4, 10ºC

Carolina Silva nº8 10ºC disse...

O argumento apresentado é uma falácia, pois apesar de este parecer ser válido, é inválido.
Isto não se aplica a a qualquer pessoa, pois algumas acabam por ficar viciadas,mas as outras podem nem se interessar pelo jogo apresentado, pois vai depender dos gostos que as pessoas tenham.

Carla Duarte disse...

este argumento é uma falácia pois parece ser v´lido mas nao o é. pois uma pessoa viciada no jogo nao quer dizer que tenha obrigatoriamente de perder dinheiro pode estar viciado e ser um bnom jogador e ficar milionário a essa custa. este argumento nao se aplica a todos os casos

Anónimo disse...

Este argumento é uma falácia, pois parece ser válido mas é inválido.
Nem todas as pessoas que jogam são obrigatoriamente viciadas, pois pode haver pessoas a jogar sem serem viciadas, conseguirem controlar-se.
Ana cruz nº1 10ºc

Anónimo disse...

esta argumento é um pouco complicado não se percebe muito bem mas parece me que é uma falácia porque não devemos impedir ninguém de experimentar. e ao jogarmos não quer dizer que fiquemos logo viciados.

Ana Rita Almeida nº2 10ºC

cacaia1995@hotmail.com disse...

penso este argumento é uma falacia porque parece ter premissas verdadeiras, ou seja, ser válido, mas ao analisar melhor nãoõ é. Isto porque uma pessoa não pode ser considerada viciada por jogar algumas vezes.