terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O que é a ciência?
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
ALUCINAÇÃO
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
CONHECIMENTO A PRIORI
domingo, 25 de dezembro de 2011
O que é o conhecimento?
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O que é a argumentação?
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
SERÁ QUE O MORTO NÃO ESTÁ MORTO?
domingo, 30 de outubro de 2011
UM INVERNO BEM FRIO
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Lógica informal
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
TAUTOLOGIAS E CONTRADIÇÕES
sábado, 15 de outubro de 2011
O QUE É UM ARGUMENTO?
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
ARGUMENTOS SÓLIDOS
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
OPERADORES VEROFUNCIONAIS
terça-feira, 27 de setembro de 2011
LÓGICA E ARGUMENTAÇÃO
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O SENTIDO DA VIDA
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O COWBOY SEM LÓGICA - RESPOSTA
Uma forma eficaz e importante para pensarmos é usar a lógica dedutiva. Mas por vezes esta forma lógica de pensar pode ser arruinada, basta para tal partir de uma premissa falsa. Foi o que aconteceu ao nosso velho cowboy.
Vejamos o que aconteceu:
Na primeira resposta à pergunta sobre se é um verdadeiro cowboy, ele argumentou:
Se alguém passa a vida inteira a fazer coisas típicas de cowboys, é um verdadeiro cowboy.
Eu passo a vida a fazer coisas que os cowboys fazem.
Logo, sou um verdadeiro cowboy.
A mulher argumentou:
Se uma mulher passa a vida inteira a pensar em mulheres, é lésbica.
Eu sou uma mulher.
Passo a vida inteira a pensar em mulheres.
Logo, sou lésbica.
Quando o cowboy chega à mesma conclusão, usa uma premissa, que no seu caso é falsa: nomeadamente "Eu sou mulher". Daí ele não poder ter tirado aquela conclusão.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A EXISTÊNCIA NA MENTE
O facto de uma coisa existir na imaginação de alguém não dá a essa coisa pelo menos um mínimo de realidade?
Ora bem, estou neste momento a imaginar que tenho no bolso uma cautela de lotaria premiada. Deixe-me verificar. (Pausa) Bolas. Nem perto de ser premiada. Na verdade, nem sequer tenho uma cautela de lotaria no bolso.
Podemos falar de um vaso de diamantes que exista na “imaginação de alguém”. Mas isto não significa que o vaso de diamantes esteja realmente, de um modo difuso, ou de outro modo qualquer, na mente dessa pessoa. Se existe alguma coisa na mente dessa pessoa, é a ideia do vaso de diamantes, ou talvez uma imagem dele. Mas não o vaso ele mesmo.
Achamo-nos contudo perigosamente perto de uma Grande Dor de Cabeça Filosófica: perceber o que faz essa ideia ou imagem ser acerca da coisa à qual diz respeito. Esta questão torna-se especialmente intrigante quando a coisa da qual é imagem não existe, de facto, de forma alguma.
GEORGE, Alexander (org), Que Diria Sócrates, 1ª edição, 2008. Lisboa: Gradiva, pp.19-20













